quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Massa conchinhas com espinafres salteados
Andava hoje mesmo a fazer uma pequena ronda por blogs que não visitava há séculos (não tenho visitado nenhum...) quando subitamente encontrei
Obrigada, Lina!
Ai que bem que me soube! :)
Não tinha courgette, que era suposto ser o ingrediente principal, mas os espinafres foram inspiração suficiente.
Ingredientes:
(não ponho porções porque foi tudo a olho)
massa conchinhas tricolor
espinafres
grão
tomate
azeite
alho (muito)
sal
pimenta
coentros
Preparação:
Coze-se a massa em água e sal.
Numa frigideira, coloca-se o azeite e o alho picado. Acrescentam-se os espinafres, lavados e cortados. Deixam-se amolecer, temperam-se de sal e pimenta, junta-se 2 ou 3 colheres de sopa de polpa de tomate e deixa-se cozinhar um pouco (cerca de 7/8 minutos). Junta-se o grão já cozido e envolve-se.
Por fim, junta-se a massa que entretanto estava a cozer.
Vai para o prato e, por cima, coentros picados.
E já está, uma refeição excelente, preparada em 15 minutos.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Abóbora assada e cogumelos recheados com... abóbora assada
E o melhor é que uma abóbora de 3kg custa cerca de €1,50, o que, nos tempos que correm, também é um factor muito a ter em conta.
Ingredientes:
Abóbora q.b.
azeite
sal e pimenta
ervas aromáticas: orégãos, funcho e tomilho
É só cortar a abóbora em fatias, pincelá-la com a mistura dos ingredientes, previamente esmagados no almofariz, e levar ao forno cerca de 30 minutos.

A abóbora assada pode ser usada em saladas, com arroz, ou, misturada com queijo feta e coentros, para rechear cogumelos:
Estas foram algumas das utilizações que lhe dei, embora muitas outras possa haver, é só puxar pela imaginação.
domingo, 4 de março de 2012
Manteiga de amendoim com mel, limão e erva doce
Prometido e cumprido.
No dia 3 de fevereiro vi esta receita, imaginada pela inventadeira Rute, do blog Publicar para Partilhar
Todos os ingredientes me agradaram, e como, ao visitar o PPP, fica sempre aquela vontade de experimentar algumas daquelas alquimias, desta vez deitei mãos à obra, até porque a receitinha não levava nenhum ingrediente "esquisito". hehehe
Na sequência de anteriores experiências, aqui fica mais uma Amizadeia, que se pode traduzir por ideias partilhadas pela amizade.
Algumas amizadeias anteriores:
Salteado de marylini com amizadeias
Fusilli com favas e alho francês
Linguini com favas e alho francês à la Rute
e ainda outras aqui.
Fusilli com favas e alho francês
Linguini com favas e alho francês à la Rute
e ainda outras aqui.
- Amendoim torrado;
- Óleo de colza e girassol;
- Mel;
- 1/2 Limão;
- Sementes de anis verde/erva doce;
- Texto da Rute (desculpa o plágio):
Triturar o amendoim torrado num liquidificador potente. Reservar num refratário.
Digamos que são 300 grs de amendoim sem casca mas ainda com pele interior.
No refratário, arranjar espaço na farinha de amendoim para deitar os restantes ingredientes.
Digamos que coloca 1 cháv. (café) de óleo, 3 colheres (sopa) mel, raspa do limão higienizado, suco de 1/2 limão, e 1 colher (café) de sementes de anis.
Mexer tudo com uma colher de sopa ou de pau.
Se verificar que está muito consistente, aumente o óleo e o mel.
Se notar que sabe pouco a limão, aumente o suco e o mel.
Se notar que está pouco doce, aumente apenas o mel.
O objectivo é obter uma consistência óptima para barrar no pão.»
NOTAS:
- Depois de triturar o amendoim na 123, não me saiu farinha mas sim uma pasta, muito bem cheirosa e apetitosa, por sinal. Não sei se na bimby sai em farinha, é bichinho que não conheço.
- Quanto às sementes de anis, ou erva doce, triturei-as também na 123, junto com o amendoim.
- Não usei canela na confecção, mas ainda posso experimentar polvilhar sobre a pasta, já na fatia de pão, mesmo antes de a comer, como aliás sugeriu a Rute. :)
Alguém se candidata a fazer a sua própria versão? Sei que a Lina também já a fez, até tínhamos uma "combinação" para a postagem, mas como estive sem net, não deu para combinar os pormenores. :)
Etiquetas:
amendoim,
amizadeias,
receitas "emprestadas"
quinta-feira, 1 de março de 2012
Tão bem comportada...
mas por que será que, após uma refeição destas, não se fica incrivelmente leve??
Será por molhar uma fatia de pão no azeite+sumo de limão?
Será??
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Cogumelos com brócolos e gengibre
Tudo muito simples, e ainda na onda gengibriana.
Quando se começa a usar o gengibre, é difícil parar. Além de todas as propriedades, se calhar também é viciante. :)
«Em uma publicação recente sobre plantas medicinais, “Major Herbs of Ayurveda” são descritas as seguintes propriedades do gengibre:
atividade antiemetica ( alivia náuseas),
atividade antiulcerosa,
hepatoprotetora ( protege o fígado),
antiinflamatória,
antipirética ( reduz a febre),
cardiovascular ( diminui o colesterol e os triglicerideos),
antioxidante ( elimina radicais livres),
imunomoduladora ( promove o sistema imunológico) ,
antiviral.
(...) Com tantas propriedades benéficas não podemos deixar de utilizar esta raiz tanto como erva medicinal quanto como condimento na alimentação.»
Fonte: AYURVEDA
(texto em português do Brasil)
Ingredientes:
cogumelos
brócolos
1/2 cebola
gengibre ralado
pimenta moída
azeite
margarina
sal
Preparação:
Numa frigideira ou wok coloca-se um "fundinho" de azeite e cerca de 1 colher de sopa de margarina.
Corta-se a cebola em meias-luas e deixa-se alourar. Juntam-se os cogumelos fatiados. Tempera-se com um pouco de sal e acrescenta-se o gengibre ralado (cerca de 2cm).
À parte, cozem-se os brócolos.
Quando os cogumelos estiverem lourinhos, juntam-se os brócolos e mistura-se cuidadosamente.
Estes brócolos cozeram um pouco demais, qualquer misturadela, começam logo a "esfarelar-se".
Muito bom, gostei muito. Continuo encantada com o aroma do gengibre.
Acompanhou com ovos cocotte.

Agora vou fazer chá de... gengibre. :)
Quando se começa a usar o gengibre, é difícil parar. Além de todas as propriedades, se calhar também é viciante. :)
«Em uma publicação recente sobre plantas medicinais, “Major Herbs of Ayurveda” são descritas as seguintes propriedades do gengibre:
atividade antiemetica ( alivia náuseas),
atividade antiulcerosa,
hepatoprotetora ( protege o fígado),
antiinflamatória,
antipirética ( reduz a febre),
cardiovascular ( diminui o colesterol e os triglicerideos),
antioxidante ( elimina radicais livres),
imunomoduladora ( promove o sistema imunológico) ,
antiviral.
(...) Com tantas propriedades benéficas não podemos deixar de utilizar esta raiz tanto como erva medicinal quanto como condimento na alimentação.»
Fonte: AYURVEDA
(texto em português do Brasil)
Ingredientes:
cogumelos
brócolos
1/2 cebola
gengibre ralado
pimenta moída
azeite
margarina
sal
Preparação:
Numa frigideira ou wok coloca-se um "fundinho" de azeite e cerca de 1 colher de sopa de margarina.
Corta-se a cebola em meias-luas e deixa-se alourar. Juntam-se os cogumelos fatiados. Tempera-se com um pouco de sal e acrescenta-se o gengibre ralado (cerca de 2cm).
À parte, cozem-se os brócolos.
Quando os cogumelos estiverem lourinhos, juntam-se os brócolos e mistura-se cuidadosamente.
Estes brócolos cozeram um pouco demais, qualquer misturadela, começam logo a "esfarelar-se".
Muito bom, gostei muito. Continuo encantada com o aroma do gengibre.
Acompanhou com ovos cocotte.
Agora vou fazer chá de... gengibre. :)
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Cogumelos salteados com gengibre
Após a leitura de um artigo sobre as propriedades terapêuticas de alguns alimentos, entre os quais o gengibre, fiquei bastante empenhada em introduzir esta bomba saudável na minha alimentação. Já o tinha usado antes, mas muito esporadicamente.
O gengibre é muito versátil, pode ser usado nos mais variados pratos, em doces, em sopas, em chás, em batidos, enfim, as opções são imensas.
Considerado um «super alimento», o gengibre é conhecido sobretudo pelas suas propriedades anti-inflamatórias, embora tenha inúmeros benefícios para a saúde.
Pode comprar-se já moído, mas é mais benéfico se for usado fresco. As partes comestíveis desta planta são os rizomas.

Mais informações sobre o gengibre aqui ou aqui
Agora, uma sugestão:
Ingredientes:
(sem quantidades fixas)
cogumelos
alho e cebola
manteiga
sal e pimenta
gengibre
orégãos ou outras ervas
sumo de limão
Numa frigideira, coloca-se a manteiga (ou manteiga+margarina) e 2 ou 3 alhos picados. Acrescenta-se os cogumelos, cortados em quatro, e cebola picada.
Tempera-se com sal e pimenta. Deixa-se cozinhar um pouco e acrescenta-se o gengibre ralado (cerca de 2 cm).
(Para quem nunca usou este ingrediente, convém lembrar que o seu sabor é bastante forte, bastam pequenos pedaços para garantir todo o sabor).
O toque do gengibre aqui resultou mesmo muito bem, estes foram uns dos cogumelos mais saborosos que já provei. :)
O gengibre é muito versátil, pode ser usado nos mais variados pratos, em doces, em sopas, em chás, em batidos, enfim, as opções são imensas.
Considerado um «super alimento», o gengibre é conhecido sobretudo pelas suas propriedades anti-inflamatórias, embora tenha inúmeros benefícios para a saúde.
Pode comprar-se já moído, mas é mais benéfico se for usado fresco. As partes comestíveis desta planta são os rizomas.

Mais informações sobre o gengibre aqui ou aqui
Agora, uma sugestão:
Ingredientes:
(sem quantidades fixas)
cogumelos
alho e cebola
manteiga
sal e pimenta
gengibre
orégãos ou outras ervas
sumo de limão
Numa frigideira, coloca-se a manteiga (ou manteiga+margarina) e 2 ou 3 alhos picados. Acrescenta-se os cogumelos, cortados em quatro, e cebola picada.
Tempera-se com sal e pimenta. Deixa-se cozinhar um pouco e acrescenta-se o gengibre ralado (cerca de 2 cm).
(Para quem nunca usou este ingrediente, convém lembrar que o seu sabor é bastante forte, bastam pequenos pedaços para garantir todo o sabor).
Podem usar-se ervas aromáticas a gosto. Aqui usei orégãos e uma mistura de ervas para tempero.
Quando começarem a ficar douradinhos, regar com sumo de 1/2 limão.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Primeiras experiências com Pão
Finalmente, a estreia no pão. Há muito tempo que tinha vontade de o fazer, mas ainda não tinha passado à acção. Sempre tive a ideia de que fazer pão era uma coisa muito complicada. A minha mãe nunca fez pão, pelo menos desde que eu a conheço. :) Bolos sim, sempre foi muito boleira, doceira, e muito boa cozinheira. Mas pão, acho que nunca lhe deu para isso.
Já a minha avó paterna era uma grande padeira, fazia o pão para seis pessoas num forno grande e lindo que tinha no alpendre. Infelizmente não a conheci, mas ouvi muitas histórias a seu respeito. Ao longo da sua não muito longa vida fez certamente muitas e muitas centenas de pães. Pensei nela ao realizar estas recentes experiências. E pensei que devia ter uns braços bem fortes, porque naquele tempo não havia batedeiras, era tudo à força de braço.
Hoje a tarefa está bastante facilitada, não só pelas máquinas como pela grande quantidade de farinhas que existe no mercado, e às quais basta juntar água. Mas o que eu gostava mesmo era de ir comprar farinha ao moleiro, aí sim, o ritual de fazer pão teria muito mais sabor.
Mas como aqui por perto não existe nenhum moinho, fui ao supermercado. Comprei umas quantas farinhas, e aqui fica o registo de algumas experimentações.
| pão de mistura (trigo e centeio) |
Ingredientes:
300g farinha (preparado para pão de mistura - trigo e centeio)
180ml de água morna
Preparação:
(seguindo as instruções da embalagem)
Coloca-se a farinha numa tigela grande, adiciona-se a água morna e amassa-se à mão durante 10 minutos ou com a batedeira de ganchos durante 5 minutos (velocidade média).
Já fiz das duas maneiras. Por um lado, sabe mesmo bem meter as mãos na massa, mas é preciso ter músculo! :) A batedeira é mais prática, mas retira o sentido à palavra amassar.
Passado esse tempo, amassa-se ligeiramente, e coloca-se num tabuleiro enfarinhado, dando ao pão a forma pretendida (tendo em consideração que vai aumentar sensivelmente para o dobro), enfarinhando a superfície.
Deixa-se descansar cerca de uma hora num local quente, tapado.
Aquece-se o forno a 220º. Antes de colocar o pão no forno, podem fazer-se uns cortes na superfície. Neste não foi necessário porque já tinha "refegos" suficientes. :)
Vai ao forno cerca de 35 minutos, até dourar.
Esta foi a 4ª ou 5ª experiência, mas nem todas correram bem... o anterior a este, por exemplo, queimou-se todo por baixo. Eu estou fartinha de saber que o meu forno só funciona com um recipiente com água no fundo, para criar vapor. Caso contrário, tudo quanto é pão, bolo, biscoito, tarte, quiche, queima sempre no fundo. Mas dessa vez distraí-me, nada do tal recipiente, e aos 25 minutos de assadura, quando senti o cheiro a queimado, já era tarde demais...
Desta vez coloquei água no próprio tabuleiro do forno, e foi remédio santo.
Ficou muito bom, super fofo. É uma tentação, porque um pãozinho deste tamanho, se se começa a comer com manteiga, ou com algum molho apetitoso, é uma perdição.
Aqui em baixo a experiência apenas com farinha de trigo. A luz é que não ajudou muito, por dentro ficou mais branco do que parece aqui.
A proporção recomendada é quase sempre a mesma, 500g de farinha para 300ml de água. Claro que à medida que se vai fazendo mais, vai-se adaptando ao nosso gosto, pode sair mais do tipo pão de água ou um pão mais compacto.
Miss Carolina preferiu este, comeu até mais não e pediu para repetir. Eu gostei de todos os que já fiz, aliás deve estar para nascer um pão que não me agrade.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Sopa de abóbora, alho francês e gengibre
Parece que hoje é o dia dos corações...
mas, com o frio que se tem feito sentir nos últimos dias, a única coisa que eu quero para aquecer o meu coraçãozinho é uma sopa bem quentinha! :)
Foi inspirada aqui, embora muito adaptada ao que havia e ao gosto dos fregueses...
Ingredientes:
500g de abóbora cortada em cubos
300g de alho francês sem rama, cortado às rodelas
2 dentes de alho cortados
1 cebola picada
1 colher (café) de gengibre moído
1 dl de azeite
20g manteiga
1 litro de caldo de legumes, quente
ovo cozido
pimenta
coentros
tostas
Preparação:
Colocar a manteiga e o azeite numa panela. Juntar os legumes cortados e o gengibre.
Levar ao lume e deixar refogar, mexendo, durante uns cinco minutos.
Adicionar o caldo ou água quente. Temperar com sal e deixar acabar de cozer. Assim que estiverem cozidos, triturar com a varinha mágica. E está pronta.
Com uma pitadinha de pimenta:
A minha acabou por levar coentros picados, que adoro e finalmente tenho num vaso. :)

Muito boa, o gengibre dá-lhe mesmo um toque bastante especial.
mas, com o frio que se tem feito sentir nos últimos dias, a única coisa que eu quero para aquecer o meu coraçãozinho é uma sopa bem quentinha! :)
Foi inspirada aqui, embora muito adaptada ao que havia e ao gosto dos fregueses...
Ingredientes:
500g de abóbora cortada em cubos
300g de alho francês sem rama, cortado às rodelas
2 dentes de alho cortados
1 cebola picada
1 colher (café) de gengibre moído
1 dl de azeite
20g manteiga
1 litro de caldo de legumes, quente
ovo cozido
pimenta
coentros
tostas
| A da criança, sem pimenta e de preferência com muito ovo. :) |
Preparação:
Colocar a manteiga e o azeite numa panela. Juntar os legumes cortados e o gengibre.
Levar ao lume e deixar refogar, mexendo, durante uns cinco minutos.
Adicionar o caldo ou água quente. Temperar com sal e deixar acabar de cozer. Assim que estiverem cozidos, triturar com a varinha mágica. E está pronta.
Com uma pitadinha de pimenta:
A minha acabou por levar coentros picados, que adoro e finalmente tenho num vaso. :)
Muito boa, o gengibre dá-lhe mesmo um toque bastante especial.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Bolo de Laranja, com casca
Este bolo fez-me pensar em como desperdicei desnecessariamente tantas cascas de laranja, nos bolos de laranja que fiz de outras vezes. Aqui aproveita-se toda a laranja, excepto as extremidades e os caroços, se tiver. Esta nem caroços tinha, portanto foi só lavá-la muito bem, cortar os topos, parti-la em 8 pedaços, e o liquidificador tratou do resto.
É muito fácil e muito, muito bom. E fica com uma cor linda, até parece que leva açafrão. :)
A receita descobri-a no blog Sete pecados, (Bolo de Laranja da Sogra) e foi retirada do programa brasileiro Mais Você, da Ana Maria Braga.
Ingredientes:
1 laranja grande (ou duas pequenas)
4 ovos
1 chávena de óleo de girassol
2 chávenas de açúcar
2 chávenas de farinha
1 colher de sobremesa de fermento
Preparação:
No liquidificador coloquei os ovos, a laranja cortada em 8 partes, depois de retirados os topos, o óleo e o açúcar.
Deixa-se misturar durante uns minutos (3 ou 4) na velocidade 2.
Num recipiente, coloca-se a farinha e o fermento, e junta-se o preparado do liquidificador, misturando bem.
Unta-se uma forma de buraco com margarina (untei com manteiga, porque não tinha margarina) e polvilha-se com farinha.
Vai ao forno a 180º durante 45 minutos.
Notas:
- usei farinha com fermento, por isso diminuí a quantidade de fermento adicionado, usei uma colher de chá, e mesmo assim parece-me que foi demais, porque cresceu por cima da forma...
- a temperatura do meu forno é a olhómetro, de modo que me parece que talvez estivesse a mais de 180º, porque ao chegar aos 40 minutos já estava a ficar bastante moreno, portanto desliguei o forno aos 40m.
- não sei se é próprio da massa ou se foi de untar a forma com manteiga em vez de margarina, mas acho que nunca um bolo se desenformou tão facilmente. Quando estava a verificar se já "descolava" bem, fiquei com ele na mão... mesmo!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
BC Welze - O bolo da Cucla
«Com certeza Deus está precisando de pessoas competentes lá em cima.
Está tão ocupado com o que ocorre por aqui, que está levando para lhe ajudar, pessoas de inestimável valor.»
Não resisti a trazer esta citação do blog ora, Pitangas!!!, palavras da própria Welze, e que agora dão algum sentido àquilo que parece não o ter.
Se Deus não tivesse precisado tão cedo da presença da Welze junto de si, ela estaria hoje a festejar o seu 58º aniversário.
Mas mesmo não estando fisicamente, deixou uma marca bem forte em todos quantos tiveram oportunidade de ser testemunhas da sua imensa alegria de viver, da sua faceta festeira, tão evidente nas suas "contagens regressivas", da sua generosidade, da sua preocupação com o próximo mas também do seu incrível sentido de humor (quantas vezes ri à gargalhada ao ler as suas postagens!)... e...
é claro, as demonstrações constantes de amor pelos seus mais próximos e mais queridos.
Os dos seus textos que amei ler foi o que dedicou à sua irmã:
«...minha irmã Cassia. Ou para mim, Pê. Minha alma gêmea. Minha amiga de todas as horas. Minha Pê. Desde que nasci, é ela a minha cúmplice. Minha melhor amiga. Minha melhor diversão. Minha maior identificação. É sem dúvida a melhor pessoa que existe nesse mundo.
Por que minha alma gêmea? Se ela chora à quilometros de distância, entro em melancolia. Se eu me apavoro com alguma coisa, é ela quem fica chateada. Sentimos necessidade uma da outra.
Então e o seu bonitão?
«COMPLETAMOS MAIS UM ANO DE VIDA DE CASADOS. DE VIDA JUNTOS COMO SENHOR E SENHORA CORRÊA. MUUUUITO BOM. CADA VEZ MELHOR. MAIS FESTA. MAIS COMEMORAÇÕES. MAIS MOTIVOS PARA CELEBRAÇÕES E BRINDES. BRINDES A VIDA, À UNIÃO, AO COMPANHEIRISMO, À CUMPLICIDADE. AO RESPEITO.
E o que dizer dos seus filhos ? Clicando no link, podemos ver o texto que hoje mesmo a sua Cucla destacou, prova maior desse amor.
E já que esta foi de facto uma pessoa que me marcou, apesar da enorme distância geográfica que sempre nos separou, quis de algum modo participar nesta homenagem, promovida pela Ângela do blog Ora, Pitangas!!! - que teve o privilégio de a conhecer pessoalmente, e que também por isso sentiu ainda muito mais esta perda.
Deixo aqui então o meu bolinho Toalha Felpuda, o bolo feito pela Cucla e contado e partilhado pela Welze.
http://gostosurassemtravessuras.blogspot.com/2010/05/receita-de-familia-bolo-toalha-felpuda.html

Ingredientes do bolo:
Preparação (transcrevo a receita que a Welze postou, e coloquei a azul as alterações que fiz):
Bater bem 100 grs. de margarina culinária (eu usei manteiga) com 2 x de chá de açúcar. Adicionar à essa mistura 3 gemas e bater mais um pouco. Juntar 200 ml de leite de coco, bater mais um pouquinho e sem bater, só misturando, juntar 2 x de chá de farinha de trigo, misturada com 1 colher de sopa de fermento em pó (usei farinha com fermento adicionado, portanto só usei mais uma colher de chá de fermento). Por último, acrescentar 3 claras batidas em neve e misturar levemente. Levar a assar em forma untada e polvilhada no forno médio, pré aquecido.
Para a cobertura, misturar 1 x de chá de leite (usei leite de coco), 1 x de chá de coco fresco ralado e 1/2 x de chá de açúcar. Quando retirar o bolo do forno, fazer furinhos com garfo e colocar a calda por cima do bolo ainda quente.
«Ficou um absurdo de delicioso.» - disse a Welze. E fica mesmo, as palavras dela dizem tudo, um absurdo de delicioso!!
Está tão ocupado com o que ocorre por aqui, que está levando para lhe ajudar, pessoas de inestimável valor.»
Não resisti a trazer esta citação do blog ora, Pitangas!!!, palavras da própria Welze, e que agora dão algum sentido àquilo que parece não o ter.
Se Deus não tivesse precisado tão cedo da presença da Welze junto de si, ela estaria hoje a festejar o seu 58º aniversário.
Mas mesmo não estando fisicamente, deixou uma marca bem forte em todos quantos tiveram oportunidade de ser testemunhas da sua imensa alegria de viver, da sua faceta festeira, tão evidente nas suas "contagens regressivas", da sua generosidade, da sua preocupação com o próximo mas também do seu incrível sentido de humor (quantas vezes ri à gargalhada ao ler as suas postagens!)... e...
é claro, as demonstrações constantes de amor pelos seus mais próximos e mais queridos.
Os dos seus textos que amei ler foi o que dedicou à sua irmã:
«...minha irmã Cassia. Ou para mim, Pê. Minha alma gêmea. Minha amiga de todas as horas. Minha Pê. Desde que nasci, é ela a minha cúmplice. Minha melhor amiga. Minha melhor diversão. Minha maior identificação. É sem dúvida a melhor pessoa que existe nesse mundo.
Por que minha alma gêmea? Se ela chora à quilometros de distância, entro em melancolia. Se eu me apavoro com alguma coisa, é ela quem fica chateada. Sentimos necessidade uma da outra.
Então e o seu bonitão?
«COMPLETAMOS MAIS UM ANO DE VIDA DE CASADOS. DE VIDA JUNTOS COMO SENHOR E SENHORA CORRÊA. MUUUUITO BOM. CADA VEZ MELHOR. MAIS FESTA. MAIS COMEMORAÇÕES. MAIS MOTIVOS PARA CELEBRAÇÕES E BRINDES. BRINDES A VIDA, À UNIÃO, AO COMPANHEIRISMO, À CUMPLICIDADE. AO RESPEITO.
E o que dizer dos seus filhos ? Clicando no link, podemos ver o texto que hoje mesmo a sua Cucla destacou, prova maior desse amor.
E já que esta foi de facto uma pessoa que me marcou, apesar da enorme distância geográfica que sempre nos separou, quis de algum modo participar nesta homenagem, promovida pela Ângela do blog Ora, Pitangas!!! - que teve o privilégio de a conhecer pessoalmente, e que também por isso sentiu ainda muito mais esta perda.
Deixo aqui então o meu bolinho Toalha Felpuda, o bolo feito pela Cucla e contado e partilhado pela Welze.
http://gostosurassemtravessuras.blogspot.com/2010/05/receita-de-familia-bolo-toalha-felpuda.html
Ingredientes do bolo:
- 2 chávenas/xícaras de chá de açúcar
- 100 grs de margarina culinária
- 3 ovos
- 200 ml de leite de coco
- 2 chávenas de chá de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- 1 chávena de chá de leite
- 1 chávena de chá de coco fresco ralado
- 1/2 chávena de chá de açúcar
Preparação (transcrevo a receita que a Welze postou, e coloquei a azul as alterações que fiz):
Bater bem 100 grs. de margarina culinária (eu usei manteiga) com 2 x de chá de açúcar. Adicionar à essa mistura 3 gemas e bater mais um pouco. Juntar 200 ml de leite de coco, bater mais um pouquinho e sem bater, só misturando, juntar 2 x de chá de farinha de trigo, misturada com 1 colher de sopa de fermento em pó (usei farinha com fermento adicionado, portanto só usei mais uma colher de chá de fermento). Por último, acrescentar 3 claras batidas em neve e misturar levemente. Levar a assar em forma untada e polvilhada no forno médio, pré aquecido.
Para a cobertura, misturar 1 x de chá de leite (usei leite de coco), 1 x de chá de coco fresco ralado e 1/2 x de chá de açúcar. Quando retirar o bolo do forno, fazer furinhos com garfo e colocar a calda por cima do bolo ainda quente.
«Ficou um absurdo de delicioso.» - disse a Welze. E fica mesmo, as palavras dela dizem tudo, um absurdo de delicioso!!
| Alguém duvida? :) |
E para terminar, vou deixar aqui um pouco do seu modo de escrever que me fascinava, quero terminar esta postagem deixando aqui o bom humor da Welze:
«A moda as vezes é bem cruel. Se você não tomar cuidado, ela lhe escraviza na boa, sem você nem perceber. É legal, à medida do possível, ser uma pessoa antenada com a moda de roupas, sapatos, acessórios, estilo de vida, enfim tudo. Mas há que se ter muito cuidado. Há que se ter parcimônia, para não virar um boneco, um joguete na mão da DONA MODA. Já vi pessoas estarem ridículas, com certas roupas, ou sei lá o que, que não lhe dizem o menor respeito, nada a ver com a tal pessoa e ela lá, achando que está abafando. (...) Outra moda que escraviza se a gente não tomar cuidado, é a dos CABELOS.
Nossa, como sofri com meus cabelos crespos quando a moda era tê-los lisos. Como eu os fiz sofrer. Era um tal de lavar os cabelos compridos e com eles ainda molhadíssimos fazer uma TOUCA, que era enrolá-los em volta da cabeça e amarrar um lenço de seda bem apertado por algumas horas e no meio do tempo, virar os cabelos e enrolá-los ao contrário. Essa prática dava uma dor na raiz do cabelo, que só quem fez isso pode dizer. Arrebentava o cabelo, demorava horas para secar o dito cujo, dava uma certa dor de cabeça e tudo isso para te-los até a próxima lavagem, lisos e soltos como não vieram ao mundo. Isso se não estivesse chovendo, pois se isso acontecesse, adeus touca. Os danados encurtavam e encrespavam em segundos. Você saía de casa com eles pela cintura e voltava com os mesmos cabelos pelos ombros.»
:)))
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Tarte "tatin" de marmelo
Pois é, parece que ainda é muito cedo para os marmelos, mas como "a cavalo dado não se olha o dente", e como estes me foram oferecidos por alguém que teve mesmo que os apanhar antes do tempo*, é claro que tinha de arranjar maneira de os aproveitar.
Encontrei excelentes sugestões para utilizar marmelos no blog Cinco Quartos de Laranja. Desta vez fiquei-me por uma das mais simples, mas tenciono fazer mais umas quantas, que me cativaram bastante. Agora é esperar que os marmelos amadureçam...
Tive uns problemazitos com o tempo de cozedura, mas nada impeditivo de saborear alegremente a tarte, que é realmente muito boa!
Ingredientes:
Texto transcrito literalmente do blog Cinco Quartos de Laranja
NOTA IMPORTANTE:
Na fase 2, deixei ficar ao lume tempo demais, e alguns pedaços de marmelo já estavam a ficar demasiado morenos. :) Convém manter o lume baixo e retirar assim que os marmelos estiverem macios, sem deixar caramelizar demais (que foi o que me aconteceu).

* A D. Rosa, vizinha da minha mãe, veio do Algarve para Lisboa. Como ainda não sabe quando vai lá voltar, apanhou os marmelos, mesmo ainda meio verdes, antes que lá chegasse e já não encontrasse nenhum...
Encontrei excelentes sugestões para utilizar marmelos no blog Cinco Quartos de Laranja. Desta vez fiquei-me por uma das mais simples, mas tenciono fazer mais umas quantas, que me cativaram bastante. Agora é esperar que os marmelos amadureçam...
Tive uns problemazitos com o tempo de cozedura, mas nada impeditivo de saborear alegremente a tarte, que é realmente muito boa!
4 marmelos (600g)
50g de margarina
180g de açúcar
1 folha de massa folhada
sumo de 1/2 limão
água q.b.
nozes picadas
Texto transcrito literalmente do blog Cinco Quartos de Laranja
1. Lavar muito bem os marmelos. Cortá-los em quatro, retirar as cascas e os caroços. Regar com sumo de limão para não oxidar.
2. Levar a margarina a derreter numa forma com 24 a 26 cm de diâmetro e 3 a 4 cm de altura. Introduzir os marmelos cortados em meias luas e polvilhar com o açúcar e um pouco de água. Deixar cozinhar os marmelos até estarem caramelizados e macios, mas sem se desfazerem.
3. Ligar o forno a 225ºC.
4. Retirar os marmelos do lume. Desenrolar a massa folhada sobre os marmelos. Picar a massa com a ponta de uma faca afiada e levar ao forno durante cerca de 25 minutos.
5. Desenformar logo que sair do forno. Polvilhar com nozes picadas a gosto.
NOTA IMPORTANTE:
Na fase 2, deixei ficar ao lume tempo demais, e alguns pedaços de marmelo já estavam a ficar demasiado morenos. :) Convém manter o lume baixo e retirar assim que os marmelos estiverem macios, sem deixar caramelizar demais (que foi o que me aconteceu).
* A D. Rosa, vizinha da minha mãe, veio do Algarve para Lisboa. Como ainda não sabe quando vai lá voltar, apanhou os marmelos, mesmo ainda meio verdes, antes que lá chegasse e já não encontrasse nenhum...
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receitas "emprestadas"
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Panquecas de batata
... uma panqueca de batata!
Ingredientes:
700g de batatas
2 ovos
1 lata de atum (120g)
1 raminho de salsa
azeite q.b.
açafrão, sal e pimenta q.b.
Escorre-se o atum e desfia-se, com a ajuda de um garfo. Batem-se os ovos.
Descascam-se as batatas, ralam-se e misturam-se com os ovos, o atum, a salsa picada, uma colherzinha de açafrão, sal e pimenta.
Numa frigideira pequena, aquece-se um fio de azeite e verte-se um pouco do preparado de batata (cerca de 2 colheres de sopa). Espalha-se pela frigideira, deixa-se fritar de um lado e vira-se.
Depois de frita, colocar sobre papel absorvente para retirar o excesso de gordura.
Repetir o procedimento, pondo sempre um fio de azeite antes da nova camada de massa.
Acompanhou com a torta de nabiças cuja receita se encontra no post anterior.
Gostei muito. Aliás, adorei, tanto que já repeti a experiência. Da segunda vez adicionei um pouco de queijo ralado (tão bom...). Apesar de ser um frito, acaba por ter uma quantidade de gordura bastante reduzida, cada panqueca apenas precisa de um fiozinho de azeite para fritar, e alguma dessa gordura ainda é absorvida pelo papel. Nada de grave, portanto. :)
Fonte: Batatas, da colecção Minilivros
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Torta de Nabiças (actualizado)
Actualização: pois é, estive eu preocupada com a "tradução" de torta para "rocambole", e afinal no Brasil também não conhecem as nabiças? :))
Ou será que têm outro nome?
Ou será que têm outro nome?
| nabiças (ver link) |
*****
Postagem original:
Ou, em Português do Brasil, rocambole. A língua portuguesa é linda. :) Porquê rocambole?
Segundo as enciclopédias, Rocambole é uma personagem criada por um escritor francês do séc. XIX, Pierre Ponson du Terrail. Como é que passou daí até a um alimento enrolado, deve ser uma longa história...
E porquê torta?
Vá-se lá saber... eu por acaso até estava com medo que esta ficasse torta mesmo a sério, mas felizmente até ficou bem direitinha. E deliciosa, por sinal!
Ingredientes:
1 molho de nabiças
4 ovos
0,7dl de natas (leves)
2 cebolas
2 dentes de alho
0,5dl de azeite
80g de queijo mozzarella ralado
água
sal
pimenta
manteiga para untar
Preparação:
Começar por arranjar as nabiças e cozê-las em água temperada com sal. Depois de cozidas, escorrem-se muito bem, deixam-se arrefecer e picam-se (com uma faca, não na picadora). Separam-se as gemas das claras e batem-se estas em castelo.
Numa tigela, juntar as nabiças, as gemas, as natas, sal e pimenta. Mistura-se tudo e acrescentam-se as claras, envolvendo cuidadosamente.
Forra-se um tabuleiro com papel vegetal, untando-o com manteiga. Verte-se o preparado anterior e vai ao forno cerca de 20 minutos, a 190º.
Enquanto isso, cortam-se as cebolas em meias-luas, laminam-se os alhos e refogam-se ambos no azeite. Depois de alguns minutos a corar, adiciona-se o queijo e envolve-se bem (em lume brando).
Retira-se do forno e deixa-se arrefecer uns 10 minutos. Retira-se do tabuleiro junto com o papel vegetal, e experimenta-se se já descola facilmente do papel. Talvez seja preciso ter a ajuda de uma faca ou outro utensílio para descolar num ou noutro pedacinho. (Eu pensei que ia ser mais difícil, mas até acabou por descolar facilmente.)
Coloca-se o recheio de queijo e cebola sobre a massa de nabiças, espalha-se bem e começa-se a enrolar, com a ajuda do próprio papel vegetal. Vai-se "descolando" e enrolando.
E pronto, está pronta a comer. Enquanto está morna é deliciosa. Até parece que se está a comer um doce. :)
Também experimentei fria, mas na refeição seguinte acabei por aquecer as fatias, acho que fica mais saborosa morninha.
Obs.: teria ficado "no ponto" se tivesse deixado alourar mais um pouco a cebola. Como tenciono repetir, da próxima o recheio ficará menos pálido. :)
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Conserva de pimentos em azeite
E pensar que há um ano atrás eu não gostava de pimentos! :)
Pois é, mas depois fui começando a comer, um bocadinho aqui, outro ali, e pronto, agora já gosto. De tal maneira que decidi conservá-los, para durarem mais tempo. :)
Por falar em gostos, lembrei-me de uma pessoa que eu conheço, que sempre disse que odiava passas, mas agora já põe a hipótese de um dia destes comer passas à colherada... :))
É isso mesmo, os gostos vão mudando com a idade, ou melhor, penso que o que se passa é que vamos perdendo as esquisitices...
Ingredientes:
3 pimentos
(1 vermelho, 1 verde, 1 cor-de-laranja)
4 dentes de alho
1 colher (chá) de pimenta verde em grão
1 colher (chá) rasa de pimenta preta em pó
5 cravinhos-da-Índia
azeite
Preparação:
Assam-se os pimentos. De seguida pelam-se e retiram-se as sementes.
Secam-se bem e colocam-se no frasco.
Acrescenta-se os dentes de alho, levemente esborrachados, as pimentas e os cravinhos.
Cobre-se com azeite, tapa-se e conserva-se em local fresco. Eu guardei no frigorífico, porque o frasco não fecha hermeticamente.
Notas:
1. Pode usar-se qualquer outro tipo de pimenta, ou especiarias a gosto.
2. O livrinho de onde tirei a receita (Legumes, da colecção Minilivros) tem sugestões muito interessantes, mas é preciso estar atento. :) Por exemplo, nesta receita, apesar de na preparação estar a indicação para assar os pimentos, se olharmos bem para a foto, vemos claramente que dentro do frasco estão tiras de pimento cru. Noutras receitas também já notei discrepâncias entre o texto e a foto, mas no essencial gosto bastante do livrinho, tem sugestões muito boas. É só estar de olhos bem abertos.
Pois é, mas depois fui começando a comer, um bocadinho aqui, outro ali, e pronto, agora já gosto. De tal maneira que decidi conservá-los, para durarem mais tempo. :)
Por falar em gostos, lembrei-me de uma pessoa que eu conheço, que sempre disse que odiava passas, mas agora já põe a hipótese de um dia destes comer passas à colherada... :))
É isso mesmo, os gostos vão mudando com a idade, ou melhor, penso que o que se passa é que vamos perdendo as esquisitices...
Ingredientes:
3 pimentos
(1 vermelho, 1 verde, 1 cor-de-laranja)
4 dentes de alho
1 colher (chá) de pimenta verde em grão
1 colher (chá) rasa de pimenta preta em pó
5 cravinhos-da-Índia
azeite
Preparação:
Assam-se os pimentos. De seguida pelam-se e retiram-se as sementes.
Secam-se bem e colocam-se no frasco.
Acrescenta-se os dentes de alho, levemente esborrachados, as pimentas e os cravinhos.
Cobre-se com azeite, tapa-se e conserva-se em local fresco. Eu guardei no frigorífico, porque o frasco não fecha hermeticamente.
Notas:
1. Pode usar-se qualquer outro tipo de pimenta, ou especiarias a gosto.
2. O livrinho de onde tirei a receita (Legumes, da colecção Minilivros) tem sugestões muito interessantes, mas é preciso estar atento. :) Por exemplo, nesta receita, apesar de na preparação estar a indicação para assar os pimentos, se olharmos bem para a foto, vemos claramente que dentro do frasco estão tiras de pimento cru. Noutras receitas também já notei discrepâncias entre o texto e a foto, mas no essencial gosto bastante do livrinho, tem sugestões muito boas. É só estar de olhos bem abertos.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Massa espiral com molho de tomate, cogumelos e ervilhas
Terminado o Agosto mais chocho de que há memória (chocho pelo factor meteorologia e por outros factores...), resta o consolo de ter em casa produtos trazidos directamente do campo, do mais biológico ou orgânico que se possa imaginar...
O tomate usado neste molho é maravilhoso, muito carnudo e saboroso, totalmente diferente do tomate "normalizado" dos supermercados.
Ingredientes:
massa espiral
molho de tomate caseiro
ervilhas
cogumelos
queijo ralado
sementes de sésamo
Molho de tomate: azeite, alho, cebola, tomate, sal, pimenta e orégãos
Molho de tomate: azeite, 1 dente de alho picado e uma cebola picada, a refogar. Escaldar o tomate que se pretende usar, pelá-lo e passar pelo passe-vite. Acrescentar o tomate ao refogado, temperar com sal, pimenta e orégãos, e deixar apurar.
Acrescentei a este molho cogumelos e ervilhas cozidas. No final, cerca de uma colher (sopa) de queijo ralado e outra de sementes de sésamo. Mexer até o queijo derreter, e está pronto.
É só cozer a massa e regá-la com este molho. Uma delícia! :)
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