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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Salada de Outono

Pronto, eu hoje vou-me redimir das sobremesas calóricas que ultimamente têm aparecido por aqui...

E ainda trago, como extra, bons conselhos: já ouviram falar dos MUFA? ou dos AGMI?
Os AGMI são os ácidos gordos monoinsaturados, em inglês MUFA (monounsaturated fatty acid).

Então a história é a seguinte: no meu aniversário, ofereceram-me um livro muito útil, com um título muito sugestivo (um livro de capa amarela que se vê a léguas, quem conhecer que diga alguma coisa). Não vou agora dizer o título, fico à espera que alguém com o mesmo problema que eu se pronuncie... :))

Ora então esse livro, que é basicamente sobre alimentação saudável, refere entre outras coisas a grande vantagem da ingestão dos tais alimentos ricos em MUFAs (a palavra é gira, e pronunciável, ao contrário de AGMI, portanto vou usá-la).

E esses alimentos ricos em MUFAs são: os óleos (aqui incluído o azeite), as azeitonas, os frutos secos e sementes, o abacate e... o chocolate preto! Isso mesmo, alguns dos alimentos por muitos julgados proibidos em certas dietas, segundo as autoras deste livro, não só podem como devem ser consumidos bastante regularmente (com moderação, obviamente).

Se quiser saber mais sobre os MUFA e tiver paciência, aqui fica:

"Os ácidos gordos são, basicamente, os blocos de construção de todas as gorduras alimentares e (...) são compostos por átomos de carbono, oxigénio e hidrogénio alinhados especificamente para formarem uma cadeia. O termo "saturado" é utilizado quando todos os átomos de carbono da cadeia estão ligados a átomos de hidrogénio. Isto torna-os sólidos ou cerosos à temperatura ambiente; no seu corpo, eles são pegajosos e rígidos. Uma gordura "insaturada" não é tão solidamente construída, sendo portanto mais flexível - esta flexibilidade constitui a razão pela qual as gorduras insaturadas são "boas" e as gorduras saturadas são "más". Pense nas gorduras saturadas como paus e nas insaturadas como cordas."

E o que é que esta conversa toda tem a ver com a saladinha? Pois tem muita coisa, já que foram empregues duas mufinhas muito saudáveis: o azeite e as nozes. E os outros ingredientes todos, talvez à excepção do atum, também não têm nada que se lhes aponte...



Ingredientes:

2 queijos frescos

tomate, atum e grão cozido a gosto

2 ovos cozidos

1 mão de nozes

azeite, pimenta e coentros picados



E pronto, não tem nada que saber. É só dispor os ingredientes a gosto, temperar e sentar-se a comer.

Bom apetite!

P.S. - O Picasa (programa que uso para as fotos) está-me a trair: as fotos agora quase nunca ampliam quando se clica nelas, no caso deste post só a última é que abre. Não sei porquê, usei o mesmo procedimento em todas. :(

MARY, HELP ME! :)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Batata-doce com Queijo da Ilha

Tal como tinha prometido, aqui fica mais um prato bem verdinho:



Aliás, verdinho e não só, se há coisa que não lhe falta são cores, até porque os olhos também comem, e um prato com cores alegres até dá mais gosto. :)





MAS...

Não é essa receita que trago hoje, porque, como podem ver pela foto, a dificuldade ou complicação não é nenhuma, a receita está à vista. Tudo muito simples e muito leve, como convém.



***

Agora sim, aproveitando o facto de o queijo (que eu adoooro), ser um dos ingredientes pedidos esta semana no Alquimia de Ingredientes, aqui fica um pratinho não totalmente dietético, mas ainda assim suficientemente leve, e muito, muito saboroso.


Ingredientes:

1 kg de batata doce
300g de cogumelos
3 dentes de alho
1 dl de azeite
100g de queijo da Ilha (S. Jorge, Açores), ralado
ervas a gosto, neste caso salsa e manjericão (frescos) e orégãos (secos)
sal e pimenta qb


Preparação:

Começa-se por dar uma cozedura breve à batata-doce (já descascada), em água abundante.

Lavam-se os cogumelos, escorrem-se e secam-se, antes de os partir em pedaços ou tirinhas. Aquece-se o azeite e refoga-se o alho picado; acrescentam-se os cogumelos e temperam-se com sal e pimenta. Juntam-se as ervas, mistura-se bem e deixa-se apurar.


Num recipiente de ir ao forno, barrado com um pouco de manteiga ou margarina, coloca-se uma camada de batata, cobre-se com os cogumelos e por fim outra camada de batata.




Polvilha-se com o queijo ralado,

e vai a forno pré-aquecido a 220º até o queijo derreter ou gratinar.

O sabor forte do queijo, aliado à suavidade da batata-doce e ao aroma das ervas. Muito bom.

sábado, 24 de abril de 2010

Gratinado de batatas e queijo ou Gratin Dauphinois

Aqui fica a minha sugestão de um prato que junta os ingredientes Batata e Queijo, participando assim no desafio "Alquimia de Ingredientes", proposto pela Ana do blog Eu Mulher.


Este é um prato típico da culinária francesa, onde leva o nome de Gratin Dauphinois, por ser originário da antiga província de Dauphiné, que hoje corresponde à região de Rhône-Alpes, no sudeste da França.


Há quem defenda que a receita original não leva queijo, mas actualmente ela está generalizada com a utilização do queijo gruyère.


Ingredientes:

1kg de batatas novas

1/2 l de leite

2 dl de natas (creme de leite)
(na receita 1,5dl)

1 dente de alho

1 raminho de ervas aromáticas
(usei salsa, coentros e 2 folhas de hortelã)

100g de queijo gruyère

uma pitada de noz-moscada

sal e pimenta
manteiga para untar o tabuleiro


Preparação:
Leve ao lume o leite com o dente de alho cortado em pedaços, o raminho de ervas aromáticas, a noz-moscada, o sal e a pimenta. Deixe levantar fervura.

Descasque as batatas, corte-as em fatias finas e passe-as pelo preparado anterior.

Passe o leite num coador, incorpore-lhe as natas e regue as batatas com este preparado.

Polvilhe-as com o queijo e leve-as ao forno, a 200ºC, por 40 minutos.

Reproduzo aqui a receita tal como está no livro "Batatas" da colecção Minilivros, Grandes Receitas.

Foi a primeira vez que fiz esta receita, e deixo a minha apreciação: quanto ao sabor, nada a reclamar, é excelente; o que achei errado foi a quantidade de líquido, é exagerada. E não me parece que seja pela quantidade de natas (que eu aumentei em 0,5dl, porque é a quantidade do pacotinho), mas sim pela quantidade de leite. Penso que 4dl ou mesmo 3 será o suficiente.

Já depois de ter feito o prato, comparei as quantidades com outras receitas que encontrei na net, e em quase todas as quantidades são +- as mesmas. O que pode diferir é o modo de fazer. Vi até um vídeo com a execução da receita, e aí as batatas iam a lume brando por 30 minutos nesse líquido, e só depois iam ao forno. Claro que dessa forma o líquido evapora muito mais.



Como se pode ver pela foto da esquerda, as batatas ficaram totalmente submersas no líquido (a minha irmã bem me avisou...) :))

Sempre aprendendo... Certamente vou fazer mais vezes, até porque adoro gratinados, adoro batatas no forno, adoro queijo... mas da próxima vez usarei menos leite, isso é garantido.





sexta-feira, 26 de março de 2010

Quiche de queijo de cabra



Ingredientes:
1 base de massa quebrada
4 ovos médios
1 dl de leite
70g de queijo de cabra
180g de queijo ralado
azeitonas verdes sem caroço
tomate
pão ralado
pimenta
sal
salsa picada
(Aquela zona ali à esquerda, menos povoada, é a parte da D. Carolina...)

Forra-se a tarteira com a massa, na qual se fazem uns furinhos com um garfo.
Por cima, uma ligeira camada de pão ralado.
Numa tigela batem-se os ovos, temperados de sal e pimenta. Junta-se o leite e o queijo ralado e mistura-se.
Deita-se este preparado sobre a base, já coberta com o pão ralado. Por cima, as rodelas de tomate, o queijo de cabra partido em pedaços e as azeitonas, cortadas ao meio.
Polvilha-se generosamente com salsa picada, excepto a parte infantil da quiche, isto se tiver uma criança de 8 anos que é alérgica ao verde... :(


NOTA: os ovos são mesmo assim bem amarelinhos, não é photoshop nem farinha custard... :)
são 100% caseiros, directamente de galinhas felizes, residentes num monte alentejano.

Bom apetite!

sábado, 20 de março de 2010

Pizza super - parte 2

Não sei se terei aprendido com uma menina aí dos blogs, uma tal Rute, que gosta de publicar para partilhar, não sei se a conhecem... :)) .....

... mas como ia dizendo, acho que aprendi com ela que não há uma sem duas nem duas sem três... há que tirar o máximo partido quando as coisas resultam :)

Como tal, toca a repetir a massa de que já falei no post anterior. Desta vez ficou ainda melhor, mais parecida com pão... :)

Voltei a fazer no tabuleiro, ficou igualmente grande, mas não tããoo grande como a anterior. :)


Desta vez só tinha um iogurte, e então acrescentei meio copo de leite. Ainda não experimentei o buttermilk, talvez na próxima experiência. Ainda não vi à venda e tenho meeeedo de pôr vinagre no leite (receita caseira). :))
Se há por aí alguém que já tenha feito diga-me se correu bem. :)
Não usei bicarbonato de sódio (não tinha) nem fermento em pó, porque desta vez usei 2 chávenas de farinha já com fermento.
De resto, foi tudo igual à anterior.

A cobertura para mim é sensacional, já que tem dois dos meus ingredientes preferidos de todos os tempos, queijo e atum...

Ingredientes da cobertura:
molho de tomate (esta receita, mas com tomate enlatado)
100g de queijo mozzarella ralado
100g de queijo comté ralado
2 latas de atum
orégãos

A preparação é a de sempre: a massa vai a assar durante 20 minutos; tira-se do forno, coloca-se o molho de tomate, a mistura dos queijos com o atum, e por cima os orégãos.

Ficou muito boa. Esta massa é realmente uma maravilha. E eu ainda não a fiz 100% como a original, invento sempre um bocadinho. Ou falta algum ingrediente, ou me apetece variar qualquer coisita... mas até agora tem resultado sempre bem.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Salada de favas

Continuando na onda da influência grega, e aproveitando o facto não muito habitual de ter em casa queijo feta, decidi testar mais uma receita do livro Cozinha Grega.

Ingredientes:
(p/ 2 pessoas)
400g de favas (usei congeladas)
75g de queijo feta
5 c. (sopa) de azeite puro (virgem extra)
vinagre balsâmico
1 dente de alho esmagado
uma pitada de açúcar
sal
pimenta
2 ovos cozidos
1 molhinho de coentros (endro, na receita original)

Preparação:
Cozem-se as favas em água e sal durante cerca de 10 minutos. Escorrem-se e passam-se para uma saladeira.
Entretanto prepara-se o tempero: numa tigela pequena mistura-se o azeite, o vinagre, o alho e o açúcar. A receita original pede limão, mas como não tinha usei vinagre balsâmico, e felizmente resultou muito bem. Tempera-se com pimenta.

Temperam-se as favas ainda quentes com este molho. Esmigalha-se grosseiramente o queijo e envolve-se nas favas. De seguida os coentros picados.

Acompanha-se com ovos cozidos.


Para ser 100% à grega, deve acompanhar-se também com iogurte grego e cunhas de limão.

Por acaso até tenho em casa um iogurte grego, mas estou a reservá-lo para mais uma receita grega, provavelmente doce...

Gostei muito, sinceramente superou as minhas expectativas. Eu sou super fã das portuguesíssimas favas guisadas com chouriço, e pensei que desta maneira não lhes ia chegar aos calcanhares, mas enganei-me. É mesmo muito bom!

terça-feira, 2 de março de 2010

Courgettes recheadas com nozes e queijo feta

Esta receita foi inspirada no livro Cozinha Grega, da editora Parragon. Para quem gosta deste tipo de queijo, é mesmo um must do!



Ingredientes:
2 courgettes
3 c. (sopa) de azeite
2 dentes de alho, picado finamente
40g de queijo feta, esmigalhado
7 nozes raladas
40g de pão ralado (farinha de rosca)
1 ovo batido
4 folhas de cebolinho picado
pimenta moída na hora
sal


Preparação:
Cozem-se as courgettes num tacho grande durante 5 minutos.
Escorrem-se, passam-se por água fria e escorrem-se novamente.
Deixam-se arrefecer um pouco e, com uma faca afiada, corta-se uma tira da casca na parte superior de cada uma. Com a faca ou uma colher, retira-se o miolo e pica-se.
Ligar o forno a 190º.
Entretanto, aquecer 2 colheres de sopa de azeite e refogar os alhos. A receita original pede cebola, mas não pus.
Adiciona-se o miolo das courgettes e refoga durante 3/4 minutos.
Deixa-se arrefecer um pouco e junta-se o queijo, as nozes, o pão ralado, o ovo e o cebolinho. A receita original pede endro, erva que desconheço totalmente.
Tempera-se com sal e pimenta.
Recheiam-se as courgettes com a mistura. Regam-se com o restante azeite e vão ao forno numa travessa refractária, cerca de 25 minutos, coberto com papel de alumínio. Passado esse tempo, retirar o papel e deixar gratinar cerca de 10 minutos (convém ficar atento, depende do forno).



Como me sobrou um bocado de recheio, barrei uma fatia de pão e coloquei-o no forno 10 minutos depois de ter colocado o tabuleiro. Devo dizer que me soube tão bem como a courgette, ficou mesmo bom, torradinho por baixo e gratinado por cima... :)

E pronto, só tenho a dizer que é bom, muito bom mesmo, pelo menos eu adorei e certamente vou repetir.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Doce de bolacha e queijo mascarpone


Dedico esta sobremesa à minha amiga Noémia.
Noémia, quando voltares a ter um daqueles dias de correria e cansaço, aconselho-te vivamente a comeres este docinho, em alternativa à Baba de Camelo. Garanto-te que te restabeleces num abrir e fechar de olhos. :))

Ingredientes:
1 lata de leite condensado (usei magro)
250g de queijo mascarpone
6 dl de natas (usei 4 dl = 2 pacotes)
1 pacote de bolacha Maria (+/- 30 bolachas)
3 dl de café forte adoçado
cacau em pó para decorar



Mistura-se o leite condensado com o queijo mascarpone.

Batem-se as natas e envolvem-se naquela mistura.

Num tabuleiro, vão-se colocando camadas alternadas de creme e de bolachas embebidas no café, começando e terminando com camadas de creme.

Vai ao frigorífico pelo menos duas horas.
Se fizer na véspera, e tiver coragem para não o comer logo, melhor ainda. Escusado será dizer que aqui foi feito e testado no próprio dia...

Polvilhei com cacau em pó.


Nota: para o creme ficar mais sólido, deve-se deixar as natas no frigorífico pelo menos 12 horas antes de usar, coisa que eu não fiz. Coloquei-as no congelador uns 15 minutos, mas para ficar mais sólido, não foi o suficiente. De qualquer modo, isso não foi impeditivo, de maneira nenhuma, para que o doce se provasse e devorasse com bastante satisfação. :))

Adaptado do livro As melhores receitas com leite condensado, da Impala.