sábado, 20 de junho de 2009

Dia Branco: creme de leite de côco

Então, cá fica agora a minha participação no dia Branco, iniciativa já sobejamente conhecida à escala internacional, da nossa querida Mary. :)




Ingredientes:

1 lata de leite condensado (+-400g)
150 ml de leite de côco
3 folhas de gelatina
sumo de meia laranja
meia colher de café de canela
côco para polvilhar



Este creme, nestes dias quentííííssimos que temos tido, e continuamos a ter, deve comer-se bem fresquinho!


Faz-se assim:

mistura-se muito bem o leite condensado com o sumo de laranja e meia colher (café) de canela.

Adiciona-se o leite de côco, que deve ter estado algumas horas no frigorífico, e mistura-se bem. Acrescentam-se as folhas de gelatina, previamente demolhadas (coloquei uns segundinhos no microondas antes de juntar ao preparado, para evitar os grumos).

Vai ao frigorífico durante pelo menos duas horas. Polvilha-se com côco ralado.


E pronto, não há nada mais simples!



P.S.: Eu sei que a palavra «côco» em Portugal se escreve sem acento, ou seja, coco, mas eu acho isso uma aberração. Desculpem-se os puristas da língua (ok, quem sou eu, e tal...) , mas o acento faz lá falta, por isso eu coloco-o, e pronto! E depois do que tenho visto por aí, não quero que o meu côco seja confundido com nenhuma substância menos própria para consumo...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Gratinado de batata doce e atum

Lembram-se do filme "Rain Man", que aqui em Portugal foi traduzido como "Encontro de Irmãos", com o Dustin Hoffman e o Tom Cruise? Só se devem lembrar as cotas, porque o filme já deve ter mais de 20 anos... :)

Eu adoro esse filme, já o vi várias vezes. Não sei se se lembram que a personagem desempenhada por Dustin Hoffman era um autista, cujo nome não me lembro.

Ele adorava conduzir (o pai deixava-o conduzir o Buick aos sábados, devagarinho...), e estava verdadeiramente convencido de que era um excelente condutor! Passava a vida a dizer qualquer coisa como: "I'm an excellent driver. Of course I'm an excellent driver", e repetia essa frase incessantemente, muitas vezes totalmente fora do contexto.

Eu gostei tanto do filme, e interiorizei-o de tal modo que, ao longo dos anos, tenho adaptado essa frase a diversas circunstâncias. Primeiro foi mesmo quando comecei a conduzir... e por aí fora...

...nos últimos anos, comecei a adaptá-la à culinária, e quando faço um prato que me sai mesmo bem :), de vez em quando ligo à minha irmã a dizer-lhe "Sou uma excelente cozinheira! Claro que sou uma excelente cozinheira!"

Claro que isto é uma brincadeira, sou apenas uma pessoa que gosta de fazer experiências na cozinha, e naturalmente fico contente quando elas saem bem.

Pois bem, hoje fiz mais uma dessas experiências, e gostei imenso do resultado. "Of course I'm an excellent cook" :) :)



ingredientes:
1 batata-doce grande
2 latas de atum (260 g)
1 pacote de natas
1 colher (café) de gengibre em pó
100 g queijo ralado
3 colheres (sopa) de molho béchamel
algumas folhinhas de alecrim
sal


Liga-se o forno a 200º.
Descasca-se a batata-doce e corta-se às rodelas. Tempera-se com um pouco de sal.
Coloca-se na travessa uma camada de rodelas de batata, uma camada de atum, e outra camada de rodelas de batata.
Rega-se com as natas (ou leite, se preferir), polvilha-se com o gengibre (cheira tão bem...) e por cima coloca-se o queijo ralado. Acrescentei ainda umas folhinhas de alecrim.


Antes e depois...

A meio da cozedura, e como o queijo estava a ficar demasiado moreno muito rapidamente, cobri-o com o molho béchamel. É que eu, como adoro queijo, exagerei um bocado... o queijo deve ficar quase totalmente envolvido nas natas ou no leite, para não começar logo a tostar.


Mas, excepto esse percalço, correu muito bem. Ficou uma delícia. Podem experimentar à confiança. Afinal, "eu sou uma excelente cozinheira..."

:):):):):)

Acho que nunca tinha utilizado batata doce neste tipo de prato, e esse foi um dos aspectos que me surpreendeu: fica ainda melhor do que com batata "normal". Quem diria?


(em tempo: a net é mesmo muito útil: já depois de ter acabado o texto, fui pesquisar, e o nome da personagem é Raymond Babbitt; não tinha esse nome nada presente na minha memória, ao contrário de cenas do filme, que recordo perfeitamente)

Receita resgatada do m/ outro blog

sábado, 6 de junho de 2009

Kalulu luso-angolano

Este prato, que quero partilhar com todos os que passem por aqui, é especialmente dedicado à amiga Ameixa, que está há que tempos à espera de uma certa receita. Olha, linda, esta não é bem a que tu pediste, porque não leva mandioca (só em farinha), mas se tiveres paciência para ler até ao fim, vais ver que nem se fazia a festa se não houvesse um pau...



Ingredientes

3 colheres (sopa) óleo de palma
3 colheres (sopa) polpa de denden
1 cebola média
10 quiabos (ou a gosto)
1 courgette (ou uma beringela)
100 g espinafres (ou rama de batata-doce)
1 tomate maduro ou polpa de tomate
1 corvina

Para o funge:
água (cerca de meio litro)
fuba de mandioca (150/180g)


Partem-se os quiabos como na foto e deixam-se de molho cerca de 15m, para perderem a "baba". Se gostar desta, esteja à vontade...


Os espinafres e a courgette. Esta parte-se em meias luas.


A polpa de denden, que também se usa na moamba, como se pode ver na lata.

A polpa e a gordura ou óleo de palma.

Faz-se um refogado com o óleo de palma e a polpa, e uma cebola média picada. Junta-se o tomate, a courgette e um pouco de água quente.

Acrescentam-se os espinafres. (Se estiver em Angola, acrescente rama de batata-doce) :)


Acrescenta-se o peixe, e deixa-se cozer.

Enquanto isso, bebe-se um martini...

Juntam-se os quiabos, que não se devem colocar muito cedo, para não se desfazerem.

E pronto, agora é só sentar-se e saborear.

É muito bom. Se gosta de comida com um toque exótico, não deixe de experimentar.


NOTA: Eu não sei fazer o funge. Nasci em Portugal, nunca estive em Angola, e só há uns 10 anos é que soube que existia tal "petisco". E como não morro de amores pelo dito (a não ser camuflado com o molho), nunca me deu para tentar fazer. Além disso, acho que é preciso ter nascido lá, ter vivido lá, tê-lo visto ser feito lá, para "apanhar o espírito da coisa". Além de que é preciso muita força de braço!!
Então, quem o fez foi o angolano, que é o especialista... sei que pôs a água ao lume (a olhómetro, foi um problema para eu tentar decifrar a quantidade...), juntou farinha, igualmente a olhómetro (raios e coriscos!) e depois, quando se viu aflito, chamou-me para eu ir acrescentando farinha aos poucos, enquanto ele suava as estopinhas a mexer aquilo, porque não tem o instrumento adequado....... ahahahahah

quero eu dizer aquele pau que as/os angolanas/os usam lá em Angola para fazer o funge como deve ser.

NOTA 2: a Carolina comeu com puré de batata...

NOTA 3: eu, como boa portuguesa, não resisti a molhar pãozinho no molho!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia Castanho: batatas assadas e fondant de chocolate



Duas receitinhas para o dia castanho

A primeira foram estas batatinhas no forno com molho de soja. Aqui, já prontas...


... e aqui, antes de irem para o forno.


Ingredientes:
1 kg de batatas pequenas
3 cebolas pequenas
4 dentes de alho
2 folhas de louro
3 colheres (sopa) de molho de soja
sumo de 1+1/2 limão
sal e pimenta
salsa picada

Lavam-se muito bem as batatas com casca, cortam-se ao meio e colocam-se num tabuleiro.
Adicionam-se as cebolas descascadas e cortadas em gomos, os alhos com casca (levemente esmagados) e o louro.
Tempera-se com sal, pimenta e molho de soja.
Rega-se com o sumo de limão e vai ao forno (180º), cerca de 40 minutos.
Polvilha-se com salsa picada.
Acompanhou carne assada, mas estou convencida que tb é um bom acompanhamento para um peixinho assado ou grelhado.

Dica: aconselho a que dêem uma leve fervura às batatas antes de irem ao forno. Desta vez não fiz isso, e demoraram mais um bocadinho de tempo a ficarem macias do que é habitual.


*****



MAS, COMO EU, QUASE SEMPRE...


não pude resistir!


Então, confeccionei este fondant, cujo preparado se compra já quase pronto.
Como podem ver, é um produto do chamado comércio justo, sobre o qual farei um post brevemente, já que hoje este ficaria demasiado extenso.


Basta acrescentar 3 ovos e 125 g de manteiga derretida, et voilà!


É delicioso, garanto-vos!

Como sempre, andei às turras com o meu forno, e acabei por deixar estar mais tempo do que os 12/15 minutos recomendados. Era suposto ficar mais molhadinho no interior, mas mesmo assim ficou muito bom. Palavra de gulosa!




Bom apetite, e bom Dia Castanho!

domingo, 31 de maio de 2009

Dia Rosa: granizado de morango e coração rosa

Mais um dia da cor!

No momento em que (re)comecei a escrever eram 23h56 minutos de sábado :)

Eu até já tinha a receitinha cor-de-rosa mais do que pronta. Aliás, tinha e tenho, está aí mais abaixo.

MAS, como hoje quase ia morrendo de calor, e neste momento dentro da minha casa, apesar das janelas abertas, ainda estão 27º (pois, não tenho ar condicionado...), resolvi fazer ao serão esta bebida super refrescante, que varia entre o rosa, rosa escuro e vermelho, conforme o grau de solidificação :)



Ai que bem que me está a saber! Sim, porque ainda estou a saboreá-la!
A do lado esquerdo está mais escurinha, porque também levou cerejas.






A "sequência" não está propriamente por ordem, mas devido ao adiantado da hora, já não se pode pedir mais...


Granizado de morango

Ingredientes:
250 g de morangos

2 colheres (sopa) de açúcar

50ml de água + 3 dl de água

Junta-se num tachinho os morangos partidos em pedaços, o açúcar e os 50 ml de água.

Deixa-se ferver cerca de 10m em lume brando, e reduz-se a puré.

Coloca-se no liquidificador, adiciona-se 3 dl de água e mistura-se durante 1m.

Verte-se o preparado num tabuleiro (usei um normal e também o dos cubos de gelo) e leva-se ao congelador.

Depois de congelado, o do tabuleiro pica-se com um garfo e distribui-se pelos copos.

Os cubinhos, desenformam-se como normais cubos de gelo (antes de solidificar, estavam cor de rosa, depois claro que avermelharam).



E agora cá vem o meu

CORAÇÃO ROSA

(tadinho, foi relegado para 2º plano...)

Ingredientes:

massa folhada
300 g de morangos
80 g de açúcar + 2 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) de água
3 folhas de gelatina
3 dl de natas
2 claras


Em primeiro lugar forrei a forma com a massa folhada e levei-a ao forno por meia hora, com papel vegetal e com o fundo coberto com feijões (que depois da cozedura se retiram, naturalmente...)

Quanto ao recheio:
Lavam-se muito bem os morangos, retiram-se os pés e cortam-se em pedaços.
Adiciona-se o açúcar (80g) e 4 colheres (sopa) de água.

Leva-se a lume brando e deixa-se cozinhar durante cerca de 10m.

(Entretanto, põem-se de molho em água as 3 folhas de gelatina.)


Passado esse tempo, retira-se do lume, tritura-se e juntam-se de imediato as folhas de gelatina. Mexe-se muito bem até estas se dissolverem por completo, e deixa-se arrefecer.


Enquanto isso, batem-se bem as natas. Batem-se as claras em castelo com o açúcar (só acrescentei o açúcar depois de as claras já estarem altas) e envolvem-se nas natas batidas. (Fez um bocadinho de grumos, mas com um bocado de paciência lá se resolveu.)


Junta-se o preparado de morangos já frio e vai ao frigorífico, pelo menos uma hora.

Passado esse tempo, mexi esse preparado e recheei o coração de massa folhada.

Volta a colocar-se no frigorífico pelo menos mais uma hora, mas de preferência mais tempo. Este ficou cerca de 3 horas.

O que hei-de dizer?


Só me ocorre que é simplesmente delicioso.



A receita foi inspirada no livro "Sobremesas para o Verão - Morangos" que, se não me engano, acompanhava uma revista "Mulher Moderna", mas isto no verão passado... ou quem sabe no anterior,

parece-me que já tenho este livrinho há bastante tempo...

A receita original chama-se Tulipas de Morango. Eu transformei as tulipas em coração, e o recheio pode comparar-se a uma mousse, pois é com essa textura que fica.


sexta-feira, 22 de maio de 2009

Tortilha de morcela



Eu sei que as tortilhas comme il faut devem ser feitas em frigideiras (antiaderentes, de preferência...). Mas aquela manobra de, a meio da preparação, mudá-la para um prato, e depois novamente para a frigideira, para cozinhar do outro lado, assusta-me um bocado... então, decidi jogar pelo seguro e fazer numa tarteira. Caso contrário, o jantar teria sido ovos mexidos (também não seria mau, mas não era essa a ideia).

Ingredientes:

500 g de batata cozida

1 morcela

1 cebola média

6 ovos
1dl de azeite

2 colheres (sopa) de ervas aromáticas (ervas de Provence e orégãos)

queijo da ilha ralado
sal e pimenta


Faz-se assim:
Descascam-se as batatas, cortam-se em rodelas e cozem-se. Corta-se a morcela e a cebola, também em rodelas.

À parte, batem-se os ovos, temperados com sal e pimenta.

Leva-se o azeite ao lume, juntamente com a cebola e refoga-se. Adiciona-se a morcela, e deixa-se alourar um pouco. "Alourar" aqui não sei se será o termo certo, já que a morcela é preta... a não ser que pinte o cabelo! :)

Adiante: juntam-se os ovos batidos e as ervas. Vai-se mexendo durante 2 ou 3 minutos, junta-se as batatas cuidadosamente e passa-se para a tarteira, previamente untada com margarina.
Por cima, coloquei uma boa quantidade de queijo da Ilha ralado.
Vai ao forno cerca de 15m.

E pronto, o resultado é este.

Eu gostei muito, vou repetir certamente (o queijinho crocante... nhamm, nhamm).

domingo, 17 de maio de 2009

Dia Amarelo: sopa de açafrão com arroz selvagem



Ingredientes:

1 cebola média
1 alho francês (parte branca)
+-500 gr de nabos
0,5dl de azeite
1 colher (chá) de açafrão
1,5 l de água
70 gr de arroz selvagem cozido
sal
coentros


Faz-se assim:

Pica-se a cebola. Cortam-se os nabos e o alho francês em pedaços pequenos. Refoga-se tudo no azeite.
Adiciona-se o açafrão, mexe-se, e acrescenta-se a água; tempera-se com sal e deixa-se cozer.
Depois de bem cozido, tritura-se esse preparado.
Junta-se o arroz selvagem (que entretanto deve ser cozido à parte, por 25-30 minutos).



Decorei com coentros.




Devo dizer que estava um bocado desconfiada com esta sopa... sopa com açafrão?

Já comi muitas vezes, e gosto bastante, de arroz com açafrão, mas em sopa nunca tinha experimentado.

Mas, em boa hora fiz a experiência, porque é uma maravilha. Até a minha filha, que às vezes é um bocado esquisitinha com a comida, adorou a sopa! Só não achou muita graça ao arroz preto, mas o caldinho comeu e pediu mais!

Aliás, ela tem andado entusiasmada com esta história das cores. Um dia desta semana, quando íamos a caminho da escola, logo de manhã, vira-se para mim e pergunta-me se eu já tinha decidido o que ia fazer para o dia amarelo!! :)

Já dei os parabéns à Mary, porque esta iniciativa colorida agrada a públicos de todas as idades!!

:)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Tarte de frutos silvestres

Há uns tempinhos bons que andava para fazer um doce com os famosos frutos silvestres congelados, que tenho visto aí pelos blogs da vizinhança. Finalmente fiz uma tarte a semana passada.

Andei a pesquisar algumas receitas, e em quase todas a massa era feita com bolacha maria e manteiga e só iam ao frio, não ao forno. Acontece que eu tinha uma massa folhada no frigorífico, e resolvi usá-la nesta sobremesa. Ou seja, chegou a hora de inventar um bocadinho, porque as receitas que eu tinha eram todas com a tal massa de bolacha.



Tão bom!!



Ingredientes:

massa folhada
(usei de compra, para variar; prometo que um dia destes vou-me portar bem e fazer a massinha em casa)

1 pacote de natas

1 lata de leite condensado

sumo de 1 limão pequeno

1 embalagem de frutos silvestres (300 g) congelados

3 colheres de sopa de açúcar

Fiz assim:

Coloquei no recipiente da batedeira 1 pacote de natas (2dl) e deixei na velocidade 2 durante uns 5 minutos. Acrescentei uma lata de leite condensado e o sumo de meio limão pequeno.

Forrei uma tarteira com a massa, fiz uns furinhos no fundo com um garfo, e levei a mistura anterior ao forno (médio) durante 25 minutos.

Enquanto isso, levei os frutos ao lume com 3 colheres de sopa de açúcar e o sumo da outra metade do limão. Não sei bem quanto tempo esteve ao lume (brandinho) mas acho que devia ter estado mais um pouco, para o molhinho engrossar. Como se pode ver, ficou um bocadinho aguado, mas nem por isso deixou de se comer... isso posso garantir!



Já a tarte estava mais que pronta quando me lembrei de uma que tinha visto no blog da Noémia, tão lindinha, com uma massa receita do Oliver. Vai ser a próxima que vou experimentar. E já agora também uma daquelas com a massa de bolacha e manteiga, por que não?

Dia Verde: Espargos com ovo e maionese

Finalmente chegou o tão esperado dia 29, em que Mary & Companhia vão mais uma vez colorir a blogosfera... :)

Aqui fica então o meu contributo para o Dia Verde.




Devo dizer que é com muito gosto que participo nesta iniciativa da Mary, que teve realmente uma óptima ideia ao criar estes dias da cor.


Desta vez decidi fazer uma entrada, dando assim uma folga aos doces...



Ingredientes:

500g de espargos

2 tirinhas de presunto

2 ovos cozidos
coentros picados

3 colheres de sopa de maionese

sal e pimenta

Fiz assim:

Cozi os espargos durante 12 minutos em água temperada com sal. De seguida mergulhei-os em água fresca, para não ficarem molengos.

Depois de escorrerem um pouco numa grelha, salteei-os durante cerca de 3 minutos em azeite, regados com vinagre balsâmico de Modena, que a minha irmã trouxe de Itália :)


Gente fina é outra coisa! (just kidding...)


Num prato, coloca-se a quantidade de espargos pretendida, e ata-se com uma tirinha de presunto.

Numa tijela coloca-se a maionese, metade de um ovo cozido cortado em pedacinhos muito pequenos e coentros picados a gosto.

Coloca-se esta maionese sobre os espargos, ou ao lado, ou onde lhe apetecer e achar que fique melhor!


Para finalizar, salpiquei tudo com pimenta branca em grão, levemente pisada no almofariz.

(Esta receita foi inspirada no livro "Legumes" da Impala, mas devo dizer que fiz bastantes alterações. Mas aqui ficam os créditos da decoração... )