sexta-feira, 31 de julho de 2009

Perca-do-Nilo com feijão e óleo de palma


Perca-do-Nilo é um dos meus peixes preferidos, porque não sabe muito a peixe... :) não sei se deu para entender, mas quando os peixes "sabem muito a peixe" não me agradam...

Foi temperado com pimenta preta, alho, sal e ervas de Provence, tudo pisado no almofariz, e depois sumo de limão.

Entretanto, leva-se ao lume 2 colheres de sopa de:

Este óleo de palma é originário da Guiné.

Foi então ao lume a refogar com uma cebola picada, a que se juntou cerca de 500 g de feijão branco:


E finalmente, cá está aquilo a que chamei "serradura", que é pura e simplesmente farinha de mandioca moída muito grosseiramente (directamente de Angola). Não sei explicar muito bem o processo, porque apesar de ter perguntado duas vezes, não entendi totalmente... só sei que é muito bom, e isso por agora já me chega! Confesso que quando vi este "produto", fiquei desconfiada, parecia que até tinha lascas de madeira... mas digo-vos uma coisa, é maravilhosa. Depois de bem misturada com o molho do feijão, fica com um sabor delicioso!!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mimos de Café



A vontade de doces aliada à paixão por café deu nisto.



Ingredientes (para 18 bolinhos):
1 colher (sopa) de café solúvel
2 colheres (sopa) de água quente
150 g de amêndoas raladas + 7 nozes raladas
150 g de açúcar em pó
100 g de leite condensado

Para a cobertura:
150 g de açúcar em pó
1 colher (chá) de café solúvel (usei Nescafé)
1 clara (grande)
grãos de café para decorar


Numa tigela, dissolve-se o café com a água quente; juntam-se as amêndoas raladas e o açúcar em pó e mistura-se bem.

(Isto era o que dizia a receita original... no entanto, desafio-vos a misturarem bem estes ingredientes! Eu não consegui. A massa não ligava, porque estava demasiado sólida. Vai daí, acrescentei o leite condensado, que imediatamente resolveu o problema.)

Agora sim, mistura-se bem.

Enfarinham-se as mãos, e moldam-se pequenas bolinhas. Eu coloquei-as directamente nas forminhas. Vai ao frigorífico pelo menos uma hora, antes de colocar a cobertura.

Cobertura:

Mistura-se bem o açúcar em pó com o café solúvel e a clara de ovo. Bati ligeiramente a clara com um garfo antes de a adicionar aos outros ingredientes. Depois de misturado com uma colher de pau, bati durante 3 minutos com a batedeira. O creme fica mais lisinho e brilhante, e como o Nescafé é muito granulado, convém usar mesmo a batedeira.
E pronto, é só cobrir os bolinhos e decorar com grãos de café.

Uma delícia!

E combinam com a toalha...



Nota: receita original do Chefe Carlos Capote, publicada num fascículo da revista "Cozinha Portuguesa".

Em vez de amêndoas, a receita pedia nozes.
Eu, (mal) acostumada a ter quase sempre nozes em casa, vindas do Alentejo, estava por fora dos preços nos supermercados. Mas desta vez tinha muito poucas. Quando me propunha ir comprá-las, tive um baque! As nozes estão pela hora da morte!!! Um saquinho com 150 g de nozes, €3,75?? Nem pensar nisso! E por mero acaso eu até prefiro amêndoas... e mesmo que não preferisse, com aquele preço escandaloso das nozes, tinha passado a preferir! :):)

sábado, 20 de junho de 2009

Dia Branco: creme de leite de côco

Então, cá fica agora a minha participação no dia Branco, iniciativa já sobejamente conhecida à escala internacional, da nossa querida Mary. :)




Ingredientes:

1 lata de leite condensado (+-400g)
150 ml de leite de côco
3 folhas de gelatina
sumo de meia laranja
meia colher de café de canela
côco para polvilhar



Este creme, nestes dias quentííííssimos que temos tido, e continuamos a ter, deve comer-se bem fresquinho!


Faz-se assim:

mistura-se muito bem o leite condensado com o sumo de laranja e meia colher (café) de canela.

Adiciona-se o leite de côco, que deve ter estado algumas horas no frigorífico, e mistura-se bem. Acrescentam-se as folhas de gelatina, previamente demolhadas (coloquei uns segundinhos no microondas antes de juntar ao preparado, para evitar os grumos).

Vai ao frigorífico durante pelo menos duas horas. Polvilha-se com côco ralado.


E pronto, não há nada mais simples!



P.S.: Eu sei que a palavra «côco» em Portugal se escreve sem acento, ou seja, coco, mas eu acho isso uma aberração. Desculpem-se os puristas da língua (ok, quem sou eu, e tal...) , mas o acento faz lá falta, por isso eu coloco-o, e pronto! E depois do que tenho visto por aí, não quero que o meu côco seja confundido com nenhuma substância menos própria para consumo...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Gratinado de batata doce e atum

Lembram-se do filme "Rain Man", que aqui em Portugal foi traduzido como "Encontro de Irmãos", com o Dustin Hoffman e o Tom Cruise? Só se devem lembrar as cotas, porque o filme já deve ter mais de 20 anos... :)

Eu adoro esse filme, já o vi várias vezes. Não sei se se lembram que a personagem desempenhada por Dustin Hoffman era um autista, cujo nome não me lembro.

Ele adorava conduzir (o pai deixava-o conduzir o Buick aos sábados, devagarinho...), e estava verdadeiramente convencido de que era um excelente condutor! Passava a vida a dizer qualquer coisa como: "I'm an excellent driver. Of course I'm an excellent driver", e repetia essa frase incessantemente, muitas vezes totalmente fora do contexto.

Eu gostei tanto do filme, e interiorizei-o de tal modo que, ao longo dos anos, tenho adaptado essa frase a diversas circunstâncias. Primeiro foi mesmo quando comecei a conduzir... e por aí fora...

...nos últimos anos, comecei a adaptá-la à culinária, e quando faço um prato que me sai mesmo bem :), de vez em quando ligo à minha irmã a dizer-lhe "Sou uma excelente cozinheira! Claro que sou uma excelente cozinheira!"

Claro que isto é uma brincadeira, sou apenas uma pessoa que gosta de fazer experiências na cozinha, e naturalmente fico contente quando elas saem bem.

Pois bem, hoje fiz mais uma dessas experiências, e gostei imenso do resultado. "Of course I'm an excellent cook" :) :)



ingredientes:
1 batata-doce grande
2 latas de atum (260 g)
1 pacote de natas
1 colher (café) de gengibre em pó
100 g queijo ralado
3 colheres (sopa) de molho béchamel
algumas folhinhas de alecrim
sal


Liga-se o forno a 200º.
Descasca-se a batata-doce e corta-se às rodelas. Tempera-se com um pouco de sal.
Coloca-se na travessa uma camada de rodelas de batata, uma camada de atum, e outra camada de rodelas de batata.
Rega-se com as natas (ou leite, se preferir), polvilha-se com o gengibre (cheira tão bem...) e por cima coloca-se o queijo ralado. Acrescentei ainda umas folhinhas de alecrim.


Antes e depois...

A meio da cozedura, e como o queijo estava a ficar demasiado moreno muito rapidamente, cobri-o com o molho béchamel. É que eu, como adoro queijo, exagerei um bocado... o queijo deve ficar quase totalmente envolvido nas natas ou no leite, para não começar logo a tostar.


Mas, excepto esse percalço, correu muito bem. Ficou uma delícia. Podem experimentar à confiança. Afinal, "eu sou uma excelente cozinheira..."

:):):):):)

Acho que nunca tinha utilizado batata doce neste tipo de prato, e esse foi um dos aspectos que me surpreendeu: fica ainda melhor do que com batata "normal". Quem diria?


(em tempo: a net é mesmo muito útil: já depois de ter acabado o texto, fui pesquisar, e o nome da personagem é Raymond Babbitt; não tinha esse nome nada presente na minha memória, ao contrário de cenas do filme, que recordo perfeitamente)

Receita resgatada do m/ outro blog

sábado, 6 de junho de 2009

Kalulu luso-angolano

Este prato, que quero partilhar com todos os que passem por aqui, é especialmente dedicado à amiga Ameixa, que está há que tempos à espera de uma certa receita. Olha, linda, esta não é bem a que tu pediste, porque não leva mandioca (só em farinha), mas se tiveres paciência para ler até ao fim, vais ver que nem se fazia a festa se não houvesse um pau...



Ingredientes

3 colheres (sopa) óleo de palma
3 colheres (sopa) polpa de denden
1 cebola média
10 quiabos (ou a gosto)
1 courgette (ou uma beringela)
100 g espinafres (ou rama de batata-doce)
1 tomate maduro ou polpa de tomate
1 corvina

Para o funge:
água (cerca de meio litro)
fuba de mandioca (150/180g)


Partem-se os quiabos como na foto e deixam-se de molho cerca de 15m, para perderem a "baba". Se gostar desta, esteja à vontade...


Os espinafres e a courgette. Esta parte-se em meias luas.


A polpa de denden, que também se usa na moamba, como se pode ver na lata.

A polpa e a gordura ou óleo de palma.

Faz-se um refogado com o óleo de palma e a polpa, e uma cebola média picada. Junta-se o tomate, a courgette e um pouco de água quente.

Acrescentam-se os espinafres. (Se estiver em Angola, acrescente rama de batata-doce) :)


Acrescenta-se o peixe, e deixa-se cozer.

Enquanto isso, bebe-se um martini...

Juntam-se os quiabos, que não se devem colocar muito cedo, para não se desfazerem.

E pronto, agora é só sentar-se e saborear.

É muito bom. Se gosta de comida com um toque exótico, não deixe de experimentar.


NOTA: Eu não sei fazer o funge. Nasci em Portugal, nunca estive em Angola, e só há uns 10 anos é que soube que existia tal "petisco". E como não morro de amores pelo dito (a não ser camuflado com o molho), nunca me deu para tentar fazer. Além disso, acho que é preciso ter nascido lá, ter vivido lá, tê-lo visto ser feito lá, para "apanhar o espírito da coisa". Além de que é preciso muita força de braço!!
Então, quem o fez foi o angolano, que é o especialista... sei que pôs a água ao lume (a olhómetro, foi um problema para eu tentar decifrar a quantidade...), juntou farinha, igualmente a olhómetro (raios e coriscos!) e depois, quando se viu aflito, chamou-me para eu ir acrescentando farinha aos poucos, enquanto ele suava as estopinhas a mexer aquilo, porque não tem o instrumento adequado....... ahahahahah

quero eu dizer aquele pau que as/os angolanas/os usam lá em Angola para fazer o funge como deve ser.

NOTA 2: a Carolina comeu com puré de batata...

NOTA 3: eu, como boa portuguesa, não resisti a molhar pãozinho no molho!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia Castanho: batatas assadas e fondant de chocolate



Duas receitinhas para o dia castanho

A primeira foram estas batatinhas no forno com molho de soja. Aqui, já prontas...


... e aqui, antes de irem para o forno.


Ingredientes:
1 kg de batatas pequenas
3 cebolas pequenas
4 dentes de alho
2 folhas de louro
3 colheres (sopa) de molho de soja
sumo de 1+1/2 limão
sal e pimenta
salsa picada

Lavam-se muito bem as batatas com casca, cortam-se ao meio e colocam-se num tabuleiro.
Adicionam-se as cebolas descascadas e cortadas em gomos, os alhos com casca (levemente esmagados) e o louro.
Tempera-se com sal, pimenta e molho de soja.
Rega-se com o sumo de limão e vai ao forno (180º), cerca de 40 minutos.
Polvilha-se com salsa picada.
Acompanhou carne assada, mas estou convencida que tb é um bom acompanhamento para um peixinho assado ou grelhado.

Dica: aconselho a que dêem uma leve fervura às batatas antes de irem ao forno. Desta vez não fiz isso, e demoraram mais um bocadinho de tempo a ficarem macias do que é habitual.


*****



MAS, COMO EU, QUASE SEMPRE...


não pude resistir!


Então, confeccionei este fondant, cujo preparado se compra já quase pronto.
Como podem ver, é um produto do chamado comércio justo, sobre o qual farei um post brevemente, já que hoje este ficaria demasiado extenso.


Basta acrescentar 3 ovos e 125 g de manteiga derretida, et voilà!


É delicioso, garanto-vos!

Como sempre, andei às turras com o meu forno, e acabei por deixar estar mais tempo do que os 12/15 minutos recomendados. Era suposto ficar mais molhadinho no interior, mas mesmo assim ficou muito bom. Palavra de gulosa!




Bom apetite, e bom Dia Castanho!

domingo, 31 de maio de 2009

Dia Rosa: granizado de morango e coração rosa

Mais um dia da cor!

No momento em que (re)comecei a escrever eram 23h56 minutos de sábado :)

Eu até já tinha a receitinha cor-de-rosa mais do que pronta. Aliás, tinha e tenho, está aí mais abaixo.

MAS, como hoje quase ia morrendo de calor, e neste momento dentro da minha casa, apesar das janelas abertas, ainda estão 27º (pois, não tenho ar condicionado...), resolvi fazer ao serão esta bebida super refrescante, que varia entre o rosa, rosa escuro e vermelho, conforme o grau de solidificação :)



Ai que bem que me está a saber! Sim, porque ainda estou a saboreá-la!
A do lado esquerdo está mais escurinha, porque também levou cerejas.






A "sequência" não está propriamente por ordem, mas devido ao adiantado da hora, já não se pode pedir mais...


Granizado de morango

Ingredientes:
250 g de morangos

2 colheres (sopa) de açúcar

50ml de água + 3 dl de água

Junta-se num tachinho os morangos partidos em pedaços, o açúcar e os 50 ml de água.

Deixa-se ferver cerca de 10m em lume brando, e reduz-se a puré.

Coloca-se no liquidificador, adiciona-se 3 dl de água e mistura-se durante 1m.

Verte-se o preparado num tabuleiro (usei um normal e também o dos cubos de gelo) e leva-se ao congelador.

Depois de congelado, o do tabuleiro pica-se com um garfo e distribui-se pelos copos.

Os cubinhos, desenformam-se como normais cubos de gelo (antes de solidificar, estavam cor de rosa, depois claro que avermelharam).



E agora cá vem o meu

CORAÇÃO ROSA

(tadinho, foi relegado para 2º plano...)

Ingredientes:

massa folhada
300 g de morangos
80 g de açúcar + 2 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) de água
3 folhas de gelatina
3 dl de natas
2 claras


Em primeiro lugar forrei a forma com a massa folhada e levei-a ao forno por meia hora, com papel vegetal e com o fundo coberto com feijões (que depois da cozedura se retiram, naturalmente...)

Quanto ao recheio:
Lavam-se muito bem os morangos, retiram-se os pés e cortam-se em pedaços.
Adiciona-se o açúcar (80g) e 4 colheres (sopa) de água.

Leva-se a lume brando e deixa-se cozinhar durante cerca de 10m.

(Entretanto, põem-se de molho em água as 3 folhas de gelatina.)


Passado esse tempo, retira-se do lume, tritura-se e juntam-se de imediato as folhas de gelatina. Mexe-se muito bem até estas se dissolverem por completo, e deixa-se arrefecer.


Enquanto isso, batem-se bem as natas. Batem-se as claras em castelo com o açúcar (só acrescentei o açúcar depois de as claras já estarem altas) e envolvem-se nas natas batidas. (Fez um bocadinho de grumos, mas com um bocado de paciência lá se resolveu.)


Junta-se o preparado de morangos já frio e vai ao frigorífico, pelo menos uma hora.

Passado esse tempo, mexi esse preparado e recheei o coração de massa folhada.

Volta a colocar-se no frigorífico pelo menos mais uma hora, mas de preferência mais tempo. Este ficou cerca de 3 horas.

O que hei-de dizer?


Só me ocorre que é simplesmente delicioso.



A receita foi inspirada no livro "Sobremesas para o Verão - Morangos" que, se não me engano, acompanhava uma revista "Mulher Moderna", mas isto no verão passado... ou quem sabe no anterior,

parece-me que já tenho este livrinho há bastante tempo...

A receita original chama-se Tulipas de Morango. Eu transformei as tulipas em coração, e o recheio pode comparar-se a uma mousse, pois é com essa textura que fica.


sexta-feira, 22 de maio de 2009

Tortilha de morcela



Eu sei que as tortilhas comme il faut devem ser feitas em frigideiras (antiaderentes, de preferência...). Mas aquela manobra de, a meio da preparação, mudá-la para um prato, e depois novamente para a frigideira, para cozinhar do outro lado, assusta-me um bocado... então, decidi jogar pelo seguro e fazer numa tarteira. Caso contrário, o jantar teria sido ovos mexidos (também não seria mau, mas não era essa a ideia).

Ingredientes:

500 g de batata cozida

1 morcela

1 cebola média

6 ovos
1dl de azeite

2 colheres (sopa) de ervas aromáticas (ervas de Provence e orégãos)

queijo da ilha ralado
sal e pimenta


Faz-se assim:
Descascam-se as batatas, cortam-se em rodelas e cozem-se. Corta-se a morcela e a cebola, também em rodelas.

À parte, batem-se os ovos, temperados com sal e pimenta.

Leva-se o azeite ao lume, juntamente com a cebola e refoga-se. Adiciona-se a morcela, e deixa-se alourar um pouco. "Alourar" aqui não sei se será o termo certo, já que a morcela é preta... a não ser que pinte o cabelo! :)

Adiante: juntam-se os ovos batidos e as ervas. Vai-se mexendo durante 2 ou 3 minutos, junta-se as batatas cuidadosamente e passa-se para a tarteira, previamente untada com margarina.
Por cima, coloquei uma boa quantidade de queijo da Ilha ralado.
Vai ao forno cerca de 15m.

E pronto, o resultado é este.

Eu gostei muito, vou repetir certamente (o queijinho crocante... nhamm, nhamm).

domingo, 17 de maio de 2009

Dia Amarelo: sopa de açafrão com arroz selvagem



Ingredientes:

1 cebola média
1 alho francês (parte branca)
+-500 gr de nabos
0,5dl de azeite
1 colher (chá) de açafrão
1,5 l de água
70 gr de arroz selvagem cozido
sal
coentros


Faz-se assim:

Pica-se a cebola. Cortam-se os nabos e o alho francês em pedaços pequenos. Refoga-se tudo no azeite.
Adiciona-se o açafrão, mexe-se, e acrescenta-se a água; tempera-se com sal e deixa-se cozer.
Depois de bem cozido, tritura-se esse preparado.
Junta-se o arroz selvagem (que entretanto deve ser cozido à parte, por 25-30 minutos).



Decorei com coentros.




Devo dizer que estava um bocado desconfiada com esta sopa... sopa com açafrão?

Já comi muitas vezes, e gosto bastante, de arroz com açafrão, mas em sopa nunca tinha experimentado.

Mas, em boa hora fiz a experiência, porque é uma maravilha. Até a minha filha, que às vezes é um bocado esquisitinha com a comida, adorou a sopa! Só não achou muita graça ao arroz preto, mas o caldinho comeu e pediu mais!

Aliás, ela tem andado entusiasmada com esta história das cores. Um dia desta semana, quando íamos a caminho da escola, logo de manhã, vira-se para mim e pergunta-me se eu já tinha decidido o que ia fazer para o dia amarelo!! :)

Já dei os parabéns à Mary, porque esta iniciativa colorida agrada a públicos de todas as idades!!

:)