segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Que poção borbulha no caldeirão?...

Inspirada na maçanada da menina Ameixa, que ontem fez aninhos (parece que fez 48, mas está muito bem conservada...), resolvi fazer também um docinho de maçã:




Ingredientes:
1 kg de maçã reineta
750g de açúcar amarelo
raspa e sumo de 1 limão
1 colher (café) de canela
1 pau de canela


Descascam-se e descaroçam-se as maçãs, e vão-se mergulhando em água com sumo de 1 limão.

Vão a cozer nessa mesma água (não medi...). Depois de cozidas (demora pouco tempo), escorrem-se bem e passam-se pelo passe-vite.

Enquanto isso, deixa-se ao lume a água que cozeu as maçãs, à qual se acrescenta o açúcar e o pau de canela.

(não parece uma bica* gigante?...) :))) (vejo café em todo o lado...)


Devo dizer que não percebo nada de pontos de açúcar. Como tal, depois de uns 20 minutos de fervura, acrescentei o puré de maçã. Entretanto, mudei do tacho branco para o caldeirão preto, que era maior...

E fervilhou, e fervilhou em lume brando... (não vi o tempo, sorry, mas acho que foi quase uma hora...)
Acrescentei entretanto uma colher de café de canela moída.



E pronto, cá está ele:



a minha cobaiazinha diz que está muito bom, já comeu bastante, à colherada...

eu também acho que está bom, mas a minha opinião, bem... é capaz de ser um bocado suspeita... :)



* café expresso

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Batatas recheadas no microondas


Ingredientes:

batatas de Carregal do Sal, Viseu (claro que podem ser de qualquer outro local...)
atum (de conserva)
cavalinhas do Algarve em tomate (de conserva)
polpa de tomate
azeite
sal
orégãos


Lavam-se muito bem as batatas. Devem secar-se, mas eu esqueci-me. Dão-se uns golpes em profundidade com uma faca, pincelam-se com azeite e esfregam-se com sal grosso.
Vão a assar no microondas durante 15 minutos, numa potência alta.


Entretanto, abrem-se as cavalinhas e retira-se-lhes as espinhas e pele (não retirei totalmente, só passei com uma faca para tirar a maior).

Eu estava muito bem intencionada para fotografar o passo a passo, mas a máquina ficou sem bateria a meio...

Depois dos 15 minutos, retiram-se as batatas e deixam-se arrefecer um pouco. Tira-se um pouco da pele e retira-se um pouco da polpa com a ajuda de uma colher, de modo a fazer uma cova.

Numa delas coloquei polpa de tomate, atum e queijo mozzarella (1ª foto). Nas outras duas coloquei polpa de tomate, pedaços de cavala, mozzarella e orégãos.

Volta ao microondas para gratinar, por mais 15 minutos.

Como já disse em algum lugar, até há pouco tempo atrás, praticamente só usava o microondas para aquecer alimentos. Como tal, ainda estou a aprender a usá-lo para cozinhar...
Nesta segunda fase em que era suposto irem logo gratinar, liguei o dito cujo no modo normal, não no gratinador. Felizmente daí a uns 5m resolvi ir espreitar o andamento da coisa, e quando vi o queijo todo derretido a espalhar-se é que me apercebi do engano :)))
Pus mais queijo, e finalmente liguei o gratinador, cuja existência eu desconhecia até há uns dias atrás; costumava usar o do fogão, que por acaso até é mais eficaz... mas este também não se portou mal...

E pronto.
Amanhã tenciono fazer o franguinho xadrez da Gina, conforme já lhe disse. E depois de amanhã espero já ter o meu fogão a funcionar. Pleeeeeease, meus Deuses!!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Palmiers com açúcar e canela

Quando se está numa onda de preguicite aguda, ou grave, tanto faz, nada melhor do que estes mini-palmiers que se fazem num abrir e fechar de olhos.


Estes foram feitos a semana passada, quando eu ainda tinha forno... buááááá....

Isto é muito, mas muito difícil de fazer. ;) Não sei se alguém irá conseguir... mas caso tenham a coragem de se atrever, aqui vão os

Ingredientes:

1 rolo de massa folhada de compra (quadrada ou rectangular).
açúcar e canela q.b. (eu usei demais...)

Como vêem, só pela quantidade de ingredientes já se vê que o grau de dificuldade é extremo!

Convém enrolar a massa acabada de sair do frigorífico, senão aí sim, a coisa pode tornar-se difícil...

Estiquei a massa sobre uma camada de açúcar e canela (asneira), e por cima da massa outra camada. Quem manda ser gulosa? (ai quando a minha irmã ler isto, meu Deus, tou feita... deixa cá pôr em letras pequeninas, pode ser que ela não veja...)

Enrola-se cada um dos lados da massa até ao meio. Embrulha-se em película aderente e vai ao frigorífico uns 20 minutos, para ser mais fácil de cortar. Passado esse tempo, corta-se o rolo em fatias, que se colocam no tabuleiro untado.

Como ia dizendo, basta pôr uma camada de açúcar e canela (ou o que se quiser usar) por cima da massa. O que aconteceu foi que, no forno, o açúcar (em excesso) caramelizou demais, e então ficaram bicolores :)) a parte que estava em contacto com o tabuleiro ficou morenaça, e a de cima ficou lourinha. Estiveram no forno (médio) cerca de 15 minutos.
Eu bem tentei virá-los a meio da cozedura, mas já estavam "grudados" ao tabuleiro... :))


Mas, para variar, não foi por isso que deixaram de se comer. A menina Carolina, muito simpática, disse logo que estavam queimados :( mas depois provou e voltou a provar e, a julgar pela quantidade que comeu, parece que gostou! Eu também não me importei nada, porque nos de compra, costumo escolher sempre os mais tostadinhos...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Bolo de bolacha (rápido e eficaz)


Hoje eu precisava mesmo de fazer um doce, não havia alternativa.

Arranjei outra terapia para a ansiedade (além da culinária e de um fármaco) - o ponto-de-cruz - mas hoje nem ele me valeu, tinha mesmo que ser um doce.

Como já se notou, a cozinha tem andado a meio-gás, e neste momento está sem gás nenhum, porque foi detectado um problemazinho nas canalizações do dito, e pimbas, gás cortado até se resolver o problema :(

Mas eu tinha que fazer o tal doce, portanto era preciso que fosse simples e não precisasse de ir ao lume, a não ser que fizesse uma fogueira... que é o que vou fazer amanhã, caso não me resolvam o problema rapidamente.


O que havia de ser então? Claro, o velhinho e sempre fiel bolo de bolacha.

Ingredientes:
2 pacotes de bolacha Maria
1 lata de doce de leite condensado cozido
1 colher de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de cacau em pó
1 colher (sobremesa) de manteiga amolecida

café para demolhar as bolachas


Na batedeira, colocar o leite condensado, o chocolate, o cacau e a manteiga, e bater durante uns 5 minutos.

Entretanto, vão-se molhando as bolachas em café e dispondo da forma desejada. Como toda a gente sabe, vão-se alternando as camadas de bolacha com as de creme. Desta vez, para variar da habitual "flor", resolvi fazer um rectângulo...

Acontece que sobrou um bom bocado de creme, então resolvi continuar: demolhei mais umas quantas bolachas e fiz um extra, numa taça:


Que me lembre, nunca tinha feito este bolo com leite condensado e cacau. Achei muito bom (aliás, o contrário é que seria de espantar...). Entretanto estão aí intercaladas algumas das fotos que tirei no dia em que decidi mudar a foto de entrada do blog. Como se pode ver, tive a ajuda preciosa de dois assistentes... nem queiram saber o que eles me ajudaram!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Bolo de avelãs, chocolate e mel


Este bolo partiu da ideia de utilizar avelãs (é tão bom quando nos dão estas coisinhas e depois temos que as utilizar...)

Inspirei-me numa receita do blog Experiências na Cozinha (que bolos tão bons que vi por lá, acho que vou fazer vários; e não só os bolos, mas estes é que me encheram o olho... ).

Como não podia deixar de ser, fiz algumas alterações/adaptações ao que tinha mais à mão. A maior foi substituir o chocolate em tablete por cacau em pó.
Podem ver a receita original no link aí em cima, eu vou colocar aqui os ingredientes que usei, que foram:


2 colheres (sopa) de cacau em pó
3 ovos
50g de farinha
1dl de mel
1dl de natas
100g de avelãs moídas


Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC (T6).
Barrar uma forma tipo bolo inglês com manteiga e polvilhar com farinha (usei a de silicone, que pincelei com óleo).

Comecei por bater as gemas com o mel até obter uma mistura cremosa (e deliciosa, eu provei... é assim tipo uma gemada gigante. Estava com tão bom aspecto que não resisti a provar).
O mel que usei, que também foi oferecido, é daqueles bem escurinhos, quase parece melaço. Obrigada, D. Delfina. Pode trazer mais :))

Acrescentar o cacau em pó e misturar bem. De seguida, misturar as natas.

Batem-se as claras em castelo.

Vai-se adicionando alternadamente a farinha, as avelãs moídas e as claras.

Vai ao forno cerca de 40/45 minutos. Deve deixar-se descansar 10 minutos antes de desenformar. Eu esqueci-me do pobre dentro do forno (já desligado, ufa), já estava a começar a murchar...


Esta combinação de ingredientes resulta muito bem, é uma delícia.

Venham mais avelãs e mais mel, a malta agradece. Agora preciso de experimentar com o chocolate em barra, se ficar ainda melhor do que este, lá aumento mais 300 gramas.

sábado, 24 de outubro de 2009

Preguiiiçaaaaa.....

Pois é, fui atingida por uma preguicite aguda. Bom, mas antes isso que uma apendicite, do mal o menos...

A questão é que tenho feito umas coisitas, umas doces outras salgadas, de vez em quando tiro umas fotos, mas depois não tenho tido ou tempo ou paciência para escrever as receitinhas. Quando tenho ânimo, falta-me o tempo, quando tenho tempo, falta-me disposição. Enfim, acho que já estou a ficar com a neura da chegada da hora de Inverno, que eu DETESTOOO!!
Há bocadinho passei no blog da fofa da Titó (madrinha dos meus gatinhos),


e nem tive coragem para comentar: então não é que a miúda gosta desta mudança da hora? :)))
Titózinha, eu não gosto nada, detesto, não suporto! Ai que neura, só de pensar que amanhã às 18 horas já é de noite... buáááááá buáááááá.... ok, se calhar preciso de arranjar uma lareira... os gatos iam adorar!!

Sendo assim, e enquanto curto a neura, deixo aqui umas fotos do que tenho andado a fazer. Como dizem que uma imagem vale por mil palavras, ficam as imagens. Comidinhas que tenho feito (excepto o bolinho de aniversário) e flores que ainda abundam aqui na minha cidade. (A minha cidade continua a ser Lisboa, onde nasci e vivi durante 38 anos (xiiiiii...), mas neste momento é Alverca e, salvo as devidas proporções, também já tem um lugar no meu coração...)


Bom fim-de-semana e bem-vindos ao Inverno!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A minha comfort food




Esta comidinha é a minha comida de Mãe, a minha autêntica confort food. Ela representa tudo isso para mim: o conforto, o aconchego, os cheirinhos bons da casa e da comida feita pela minha Mãe. E eu estou muitíssimo feliz, porque pela primeira vez consegui fazer um "guisadinho à Hortense" quase, quase, com o sabor dos da Mamma.

Estava ansiosa que o tempo refrescasse um pouco, para poder fazer este tipo de comida. Sabe-me tão bem, mas tão bem, que nem consigo expressar isso por palavras, só mesmo saboreando. :)

Essa foto maiorzinha aí em cima é a maneira como eu gosto de comer esta comidinha leve: com uma bela fatia de pão a absorver o molho! Quando tirei a foto ainda não estava no ponto, tirei assim para se ver o pão, mas DEPOIS tem que levar mais molho, de modo a ficar coberta e ensopadinha. Ai que delícia...

É o que no Alentejo se chamam as "sopas": fatias de pão embebidas no molho da comida.

Aliás, esta refeição foi um misto das minhas raízes: a maneira de cozinhar da minha mãe (Beira Alta, Viseu), e os enchidos da terra do meu pai (Alentejo).

Então vamos lá ver o que eu andei a arranjar. Foi assim:

Ingredientes:

500g de feijão encarnado cozido
350g de tomate maduro cortado em pedaços
2 dentes de alho
1 cebola grande


1 chouriço de Portalegre
1 chouriço de porco preto com vinho, de Barrancos (tão bom...)
100g de massa argolinhas
2dl de água (a ferver)
0,5 dl de azeite
1 colher (chá) de salsa picada





Leva-se a cebola e o alho picados a refogar no azeite.

Quando a cebola estiver transparente, juntam-se os chouriços cortados em rodelas grossas.

Deixa-se refogar mais um pouco e acrescenta-se o tomate.

Entretanto temos um recipiente com a água a ferver, a qual juntamos ao refogado, assim como 1 dl da água de cozer o feijão. Acrescentamos a massa.

Passados 7 ou 8 minutos, junta-se o feijão já cozido e a salsa e deixa-se apurar.

Não pus sal, porque o dos chouriços e da água de cozer o feijão já é suficiente.
NOTAS: para ser ainda mais parecido com o da minha mãe - ou seja, um luxo - faltou:

- 1 folha de louro (eu esqueço-me sempre do louro, ela NUNCA se esquece dele, usa-o bastante)

- massa cotovelinhos (eu tinha a certeza que tinha dessa massa em casa, mas afinal estava enganada...)

- faltou a mão dela, claro, pois cada um tem o seu toque, e ela já tem mais de 50 anos de cozinheira no curriculum...

E esta é a minha panela nova :)
Grande coisa... mas gosto tanto dela que tinha de a mostrar... :)))))

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lasanha de bacalhau e espinafres

Pode parecer impossível, mas nunca me tinha atrevido a fazer lasanha. Já tinha comentado em alguns blogs que tinha medo de fazer lasanha, receava que ela se desmoronasse...
Bom, além de não se ter despenhado, ficou muito boa. Agora que quebrei o tabu, vou fazer mais vezes, certamente.
Para me estrear nestas andanças resolvi não fazer a tradicional, de carne moída, e optei pelo bacalhau. Como por acaso tinha espinafres em casa, decidi juntá-los, e de facto essa combinação resulta muito bem.

Ingredientes:
lasanha com ovo q.b.
3 postas de bacalhau
espinafres (cerca de meio molho)
molho béchamel (1 chávena grande)
1 pacote de natas (2dl)
queijo ralado q.b.
pão ralado com ervas q.b.
sal e pimenta q.b.


Cozi o bacalhau, passei-o por água fria e desfiei-o.
Cozi os espinafres (com as folhas já partidas) e salteei-os em azeite e alho.

Numa tigela, misturei o bacalhau desfiado, os espinafres, o béchamel e as natas e envolvi bem. Temperei com um pouco de sal e pimenta.

Depois, toda a gente sabe quais são os procedimentos: camadas alternadas de lasanha e de recheio, terminando com o recheio.

Por cima, coloquei queijo ralado e pão ralado com ervas.
Segundo as instruções da embalagem da massa, não é necessário cozê-la. Recomendam que vá ao forno 30m tapado com papel de alumínio + 15m destapado, para alourar. Eu fui desobediente e levei ao forno por 35 minutos, sem o alumínio.

E não é que ficou mesmo boa? Pronto, já perdi o medo.

Nota: as fotos não estão na ordem que eu pretendia, pelo contrário, a última era suposto ser a primeira... mas estou num local em que não me entendo com o mouse, perdão, com o rato, e não consigo mudar as fotos de local sem fazer estrago, e como não há por aqui nenhum técnico de informática disponível, fica mesmo assim...

Acho que dá para ter uma ideia... :)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

"Tarte" de atum e azeitonas



Por incrível que possa parecer pelas cores, esta receita foi inspirada no Dia Preto.


Ninguém diria, não é?



Mas é verdade: esta receita foi adaptada de uma participação no último Dia da Cor,
que me deixou as papilas gustativas em polvorosa, só de ver as fotos...

A Sara do blog coffee e flea, fez uma bela tarte de azeitonas pretas para o black day.

Quanto às azeitonas, usei verdes, não por preferir estas, mas simplesmente porque quando fui para as comprar, das pretas só havia con hueso. Como era suposto usá-las descaroçadas, comprei as verdes.

Já em relação ao recheio da tarte, apesar de achar o da Sara muito bom, com fiambre e chourição, pensei logo no meu ingrediente favorito neste tipo de comidas: o atum! Adoooro atum (acho que já tinha dito...). Assim, substituí o fiambre pelo atum e o chourição por cogumelos.

Quanto ao resto, apenas fiz pequenas alterações. Usei menos sal, a conselho da própria Sara. Apesar de a minha não levar o chourição (que é salgado), preferi manter o corte no sal que ela aconselha, por uma questão de gosto pessoal. Fiz num tabuleiro quadrado, porque me pareceu que o conteúdo era muito para a minha tarteira. Será que se pode chamar tarte? :)

Se pela receita e fotos do original já tinha ficado fã, agora, depois de ter feito e provado, já posso garantir que é maravilhosaaaaa... quanto ao recheio sou suspeita, porque adaptei-o ao meu gosto, mas a massa é uma verdadeira delícia, mesmo muito boooooaaaaa!!



Ingredientes:

Para a massa:

1 chávena (de chá) de óleo
3 chávenas de leite
2 ovos
2 colheres (de chá) de sal (usei 1)
1 chávena e meia de farinha de milho
1 chávena e meia de farinha de trigo
2 colheres de sopa de fermento (usei de chá)

Colocam-se todos os ingredientes no liquidificador, até ficar uma massa cremosa e homogénea.

Para o recheio:

3 latas de atum
100g de cogumelos
2 tomates sem pele
queijo ralado q.b.
azeitonas verdes com recheio de pimento

Cortar os tomates aos cubos temperando com azeite e orégãos. Colocar metade da massa numa forma previamente untada e cobrir com a mistura dos ingredientes do recheio e parte das azeitonas (reservar algumas para a cobertura). Colocar o resto da massa e levar ao forno previamente aquecido a 180ºC.

Passados 30 minutos, colocar as azeitonas por cima com um pouco de queijo e levar ao forno mais 10 minutos apenas com calor por baixo.


No final não coloquei tantas azeitonas, porque estas verdes com pimento têm um sabor bastante forte. Pus só meia dúzia para enfeitar, porque já tinha bastantes no recheio. Uma delícia!
(já corrigi o link para o coffee e flea)